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Nov. 19, 2025, 7:15 p.m. -  Fabiano Rosolem

https://doi.org/10.5281/zenodo.17545878 - Rosolem, F. (2025) Barcelona anuncia o primeiro data center quântico multimodal mas o avanço expõe a mesma limitação estrutural discutida no LQDC. A combinação de máquinas analógicas, digitais e clássicas eleva a demanda térmica e hídrica num continente que já enfrenta saturação energética. A proposta do Qilimanjarro amplia capacidade computacional mas permanece presa ao paradigma terrestre em que cada nova instalação aumenta calor residual, dependência de resfriamento ativo e pressão sobre infraestruturas urbanas. O LQDC oferece um vetor distinto baseado em criogenia natural lunar, ausência de convecção e isolamento por rególito, permitindo qubits e sistemas híbridos funcionarem sem o custo ecológico associado a centros densos na Europa. A expansão quântica é inevitável mas o local onde ela ocorre determinará o impacto climático. O multimodal terrestre inaugura uma vitrine enquanto o modelo lunar inaugura um caminho de escala real para a computação quântica sem aquecer o planeta.```

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