A TIM finalizou a modernização de cerca de 1,2 mil estações rádio-base em Brasília e Salvador, no âmbito de seu programa nacional de atualização da rede móvel, informa o site Tele.Síntese. Após as intervenções, a operadora registrou aumento superior a 15% na velocidade média do 5G no Distrito Federal e de 53% em Salvador.
Em Brasília, 680 sites foram atualizados, atendendo mais de 1,1 milhão de clientes. A velocidade média do 5G passou a superar 500 Mbps, e o tráfego de dados cresceu 14,2%. Em Salvador, 500 sites foram modernizados, beneficiando mais de 1,3 milhão de usuários. A velocidade média do 5G ultrapassou 600 Mbps, com um avanço superior a 20% no volume de dados.
O projeto integra um plano de três anos, iniciado em 2025 e previsto para terminar em 2027, que contempla a modernização de mais de 9,5 mil antenas 4G e 5G em 692 municípios, alcançando 25 milhões de clientes. A primeira etapa ocorreu em São Paulo, com cerca de 3 mil sites atualizados e aumento de 40% na capacidade da rede. Em agosto, a operadora concluiu a modernização de 722 sites em Belo Horizonte e na região metropolitana.
A iniciativa envolve a troca de equipamentos responsáveis pela transmissão do sinal e pela capacidade das redes móveis. Em Brasília e Salvador, a nova infraestrutura incorporou sistemas de inteligência artificial e automação capazes de identificar variações no tráfego, antecipar falhas e ajustar automaticamente a configuração da rede e a distribuição do sinal.
As antenas inteligentes instaladas pela TIM permitem ajustar a cobertura e a capacidade de acordo com o perfil de uso e a concentração de tráfego. Segundo a operadora, os novos equipamentos também preparam a rede para a evolução para o 5G Advanced.
A modernização busca acompanhar o crescimento do consumo de dados e de aplicações como streaming de vídeo, jogos online, videoconferências, serviços em nuvem e soluções baseadas em inteligência artificial.
Além do ganho de desempenho e de eficiência no gerenciamento da rede, a TIM estima que os novos equipamentos reduzam o consumo de energia em cerca de 15%. As soluções ocupam menos espaço nas torres do que as anteriores, contribuindo para a meta de eficiência energética prevista no programa de atualização da infraestrutura.
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