Na manhã de quinta-feira, 23 de novembro, a Tenable organizou um café da manhã virtual com jornalistas da área para apresentar o estudo inédito produzido pela Forrester chamado “Velhos hábitos são difíceis de mudar: como os desafios de pessoas, processos e tecnologia estão prejudicando as empresas e as equipes de segurança cibernética no Brasil”, incluindo dados do Brasil e do cenário global.
A conversa foi conduzida por Arthur Capella, Diretor-geral da Tenable Brasil, e Pedro Eurico Rego, Engenheiro de segurança da Tenable Brasil. Os executivos mostraram dados da pesquisa realizada com 825 líderes de cibersegurança e TI globalmente – 50 brasileiros – sobre a percepção de como a cibersegurança é vista e tratada nas empresas.
Organizações do mundo todo têm problemas para reduzir os riscos cibernéticos por questões relacionadas a Processos, Pessoas e Tecnologia. A complexidade dos ataques aumentou muito ao longo dos anos e as empresas encontram dificuldades para prevenir mais do que reagir. As ferramentas utilizadas são reativas e encarecem o custo da operação. Além disso, boa parte das empresas utiliza muitas ferramentas ao mesmo tempo, o que atrapalha o trabalho dos líderes de cibersegurança.
Outros problemas levantados pela pesquisa indicam que a coordenação entre a área de SI e o restante da organização é difícil e demorada. A SI não é consultada com a antecedência necessária e as reuniões dos responsáveis pela área com a diretoria ocorrem, em média, uma vez por mês. Alguns líderes começam a participar mais das decisões de SI, mas ainda é pouco. As equipes de cibersegurança passam mais tempo elaborando relatórios do que efetivamente trabalhando para prevenir ataques às empresas. Capella e Pedro Eurico indicam que a segurança preventiva é a chave do sucesso – e 72% acha isso no Brasil. A questão, portanto, é o que fazer para integrar o setor de Segurança de Informação com o restante da empresa e reduzir o risco de sofrer ataques cibernéticos.
Para a Tenable, as companhias devem seguir o caminho do gerenciamento de exposição para compreender o risco cibernético e tomar decisões mais eficazes. Dessa forma, é possível ter uma visão mais ampla da superfície de ataque moderna de maneira técnica, identificando e comunicando com maior rigor aos tomadores de decisões o risco cibernético.
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