A OpenAI está contratando um formulador de políticas de energia com sede em Washington, DC.
A função se concentrará principalmente em trabalhar com os governos federal e estadual para ajudar a impulsionar as operações da empresa nos EUA, mas também apoiará uma estratégia de política global mais ampla em parceria com líderes locais.
Em um anúncio de emprego não publicado anteriormente, a OpenAI disse que a contratação seria "responsável por moldar as posições e os esforços de defesa da OpenAI em uma variedade de questões, incluindo geração e consumo de energia, mercados de energia renovável, confiabilidade da rede, interconexão e licenciamento, e a sustentabilidade da infraestrutura".
A função envolve construir e manter relacionamentos com as partes interessadas, incluindo o DOE, FERC e PUC, bem como operadores de rede regionais, como ERCOT, concessionárias, defensores e parceiros de energia limpa.
A empresa está procurando candidatos com "10 a 15 anos ou mais de experiência em funções de política energética, infraestrutura ou sustentabilidade, inclusive no governo, serviços públicos, empresas de energia ou organizações orientadas por missões".
A posição paga entre 280.000 e 325.000 dólares (1,5 a 1,8 milhão de reais), junto com o capital.
A joint venture Stargate da OpenAI planeja gastar 500 bilhões de dólares (2,7 trilhões de reais) em data centers nos Estados Unidos, juntamente com projetos em outros países.
O projeto, que descrevemos detalhadamente na última revista DCD, é uma mistura de contratos de nuvem, parcerias e autoconstruções, e cada um deles requer um nível diferente de envolvimento da OpenAI quando se trata de energia.
Se construídos, seus maiores campi consumiriam entre 1 e 2 GW, exigindo um planejamento energético substancial.
O Brasil é um dos grandes produtores de energia limpa do mundo, com mais de 85% de sua matriz energética vindo de fontes limpas. Isso representa inúmeras possibilidades de negócios para o país, colocando-o na vanguarda dos melhores locais para a instalação de data centers. A energia limpa é essencial para minimizar os efeitos das mudanças climáticas e traz benefícios econômicos significativos. A matriz elétrica renovável pode adicionar até 100 bilhões de dólares (551,5 bilhões de reais) ao PIB do Brasil até 2040, além de reduzir custos com saúde e proporcionar uma energia mais estável.
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