O Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) do Brasil recebeu os equipamentos e começou a ampliar a capacidade do supercomputador Santos Dumont.
A atualização está sendo realizada em colaboração com a Petrobras, com o hardware fornecido pela LNCC , a unidade de supercomputação da empresa francesa de serviços de TI Atos.
O contrato, no valor de US$ 19,4 milhões, foi anunciado pela primeira vez em abril de 2024 e adicionará 17 petaflops de poder computacional ao sistema, um aumento de quatro vezes. O sistema foi lançado em 2015 com 1,1 petaflops de desempenho; uma expansão em 2019 adicionou 1,85 petaflops, com base na arquitetura Sequana X1000.
A atualização faz parte do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), um plano governamental de US$ 4 bilhões para desenvolver e implementar inteligência artificial no Brasil entre 2024 e 2028. Isso tornará o supercomputador o mais rápido da América Latina dedicado à pesquisa científica e o colocará de volta na lista Top500 dos supercomputadores mais rápidos do mundo.
Em setembro de 2024, a Petrobras anunciou planos de investir US$ 89 milhões na aquisição de cinco novos supercomputadores Lenovo, que serão instalados no centro de desenvolvimento e inovação da estatal, localizado no Cenpes, no Rio de Janeiro.
Além de sua nova frota de supercomputadores, a Petrobras também implantou seu primeiro supercomputador de IA, o Tatu, composto por 224 GPUs Nvidia com 80 GB de memória distribuídos em 11 racks em uma fileira de 7,4 metros.
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