A Huawei mantém seu compromisso em investir em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) para impulsionar a evolução da tecnologia de telecomunicações do 5G para o 5.5G. A empresa já trabalha em parceria com o mercado na construção da conectividade 5.5G, como afirmaram seus altos executivos.
Em 2022, a empresa obteve US$ 560 milhões em receitas de licenciamento de patentes, relacionadas aos setores de informação e telecomunicações, por meio de aproximadamente 200 acordos bilaterais e 350 acordos em pools de patentes. Nesse sentido, a Huawei continua sendo um dos maiores investidores mundiais em P&D, com um investimento de 161,5 bilhões de yuan (US$ 22,3 bilhões). Em 2022, por exemplo, a empresa liderou os pedidos de patentes internacionais na Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), com 7.689 pedidos totais. Especificamente na tecnologia 5G, a Huawei possui a maior quantidade de patentes concedidas, representando 15,4% do total mundial, de acordo com dados da IPlytics.
“Desde nossos primeiros anos, nos tornamos uma das principais empresas inovadoras, com o princípio de investir pelo menos 10% de nossa receita em pesquisa e desenvolvimento”, disse Cesar Funes, Vice-presidente de Relações Públicas da Huawei América Latina. “Com nossa liderança nos últimos anos, ampliamos nosso investimento em pesquisas fundamentais, além das pesquisas aplicadas”, acrescentou.
A Huawei foi recentemente reconhecida como uma das 50 Empresas Mais Inovadoras de 2023 pelo BCG, ocupando a 8ª posição entre empresas de tecnologia, farmacêuticas e empresas de manufatura industrial. A empresa definiu como sua missão levar o digital a todas as pessoas, lares e organizações para construir um mundo totalmente conectado e inteligente.
“Cobramos preços razoáveis em nossos acordos de licenciamento de patentes. Esta receita é importante para nós, pois incentiva empresas como a nossa a continuarem investindo em pesquisa e desenvolvimento de produtos e soluções inovadoras”, disse Michael Chen, diretor de Comunicações Corporativas da Huawei América Latina e Caribe. “É importante encontrar um equilíbrio e torná-lo sustentável”, pontua o executivo.
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