A Fluke Networks anunciou no Brasil o lançamento do CertiFiber™ Max, equipamento de terceira geração para testes de perda óptica. A solução foi desenvolvida para atender a data centers de alta densidade de fibras e permite certificar até 24 fibras em menos de um segundo, ampliando a velocidade e a precisão nos processos de validação.
Com o avanço de aplicações baseadas em inteligência artificial, computação em nuvem e infraestruturas digitais de alta performance, cresce a demanda por sistemas de cabeamento capazes de suportar grandes volumes de dados e atender a requisitos mais rigorosos. Esse cenário pressiona equipes técnicas a realizar testes mais rápidos e eficientes, embora muitas configurações atuais ainda apresentem limitações operacionais, como a necessidade de acessórios adicionais ou a impossibilidade de testar múltiplas fibras simultaneamente.
Segundo o gerente de produto da Fluke, Carlos Rubim, a evolução dos ambientes voltados à IA evidencia os limites do cabeamento tradicional, tanto de cobre quanto de fibra. Ele afirma que o aumento do processamento e das velocidades de transmissão exige soluções de teste mais avançadas.
O CertiFiber™ Max foi desenvolvido sobre a plataforma Versiv™, incorporando adaptadores UniPort™ substituíveis em campo, que oferecem suporte nativo a conectores MPO de 12, 16 e 24 fibras, além de MMC de 16 e 24 fibras, com ou sem pinos. A solução acompanha a evolução das arquiteturas de data centers e amplia a flexibilidade operacional.
Segundo a Fluke Networks, o equipamento reduz drasticamente o tempo de certificação: processos que antes levavam cerca de 30 minutos para testar 24 fibras podem ser concluídos em menos de um segundo. Nesse intervalo, o sistema mede a perda, o comprimento e a polaridade utilizando o método de referência de um único jumper, recomendado pelas normas técnicas.
O CertiFiber™ Max também é integrado ao software LinkWare™ Live, utilizado para a geração e o gerenciamento de relatórios, o que facilita a adoção para equipes já familiarizadas com a plataforma. O dispositivo faz parte do ecossistema Versiv, permitindo que usuários da versão Versiv2 incorporem novos módulos e acessórios para ampliar a produtividade e os recursos disponíveis.
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