A Angola Cables registrou um aumento no tráfego de informações em seus cabos submarinos, sinalizando que o Brasil está ganhando cada vez mais força no tráfego internacional de dados. Para se ter uma ideia, em um ano, o tráfego de dados aumentou 27% nos três cabos submarinos da Angola Cables, que ligam Brasil, América do Norte, África e Europa. Dentre os três, o que registrou maior aumento foi o Monet, que liga estados Unidos e América Latina, com um aumento de 35%.

Com isso, as empresas brasileiras precisarão cada vez mais de soluções digitais, que permitam acompanhar esse crescimento, principalmente armazenamento e segurança. E, justamente para apoiar as empresas regionais e nacionais que operam no Ceará, a Angola Cables possui em seu portfólio de serviços dois produtos para armazenamento e segurança: o Clouds2Brasil e o Shields2Brasil.

“Nós identificamos que precisamos ir além, saindo dos modelos tradicionais de negócios de transporte e conectividade de dados, oferecendo também serviços e soluções digitais 360º para nossos clientes”, explica afirma Samuel Carvalho, Líder Global de Produtos e Marketing da Angola Cables. “Somos mais do que cabos submarinos, IP trânsito e Circuitos, somos um solution digital provider completo com portfólio de Data Center, ICT, Internet e transporte. Providenciamos serviços clássicos de fibra ótica por atacado, serviços de telecom e novas oportunidades de negócios com o corporate sempre abertos a parcerias estratégicas nacionais e mundiais, para melhorar nosso produto com inovação local que se beneficia de conexão global em 29 Pontos de Presença”, completa.

Plataforma de computação em nuvem, a Clouds2Brasil é voltada para diversos tipos de negócios, de startups até corporações de grande porte, que buscam serviço de baixo custo, mas com hiperconectividade, flexível, segura, eficiente e com menor latência de São Paulo para o Nordeste e do Nordeste para os Estados Unidos e Europa.

O serviço conta com acesso a mais de 300 nods de clouds mundiais e está conectado a 60 Data Centers no mundo (Brasil, Estados Unidos, Europa, África e Ásia), formando um ambiente multicloud no AngoNAP Fortaleza, Data Center Tier III localizado no Ceará

O produto é 50% mais barato que outras soluções de Cloud disponíveis, com a vantagem de realizar a operação em moeda local, o Real, o que garante que não haja a oscilação de moeda estrangeira.

Além da Clouds2Brasil, a Angola Cables também apresentou o Shields2Brasil, um pacote de soluções de segurança para empresas independentemente do porte e do segmento.

Crescimento 

Outra prova de que o Brasil, principalmente o Ceará, tem se destacado nesse cenário internacional de alta demanda, é que Fortaleza já é o segundo maior ponto de interconexão do país, ultrapassando o Rio de Janeiro. Para se ter uma ideia, o PIX da Angola Cables no Ceará registra uma taxa de crescimento de 400% ao ano, segundo dados de outubro.

“Nossa estratégia é robustecer as ligações globais para serem expressas, capazes de entregar eficiência e produtos novos nas nossas operações locais, como Brasil, estados Unidos, Angola, o grande mercado da Nigéria e a localização estratégica da África do Sul”, finaliza Carvalho. 

Para tanto, a Angola Cables continuará focando em sua infraestrutura ao longo de 2023, ampliando o Data Center, o AngoNAP, em Fortaleza. Com isso, a empresa irá triplicar a sua capacidade de alojamento (hosting), mantendo o posicionamento de operador com a mais baixa latência nos trechos Fortaleza - São Paulo (45ms); FortalezaLuanda (63ms); Fortaleza - Miami (66ms); Fortaleza – Cidade do Cabo (96 ms); Miami-São Paulo (104 ms); Fortaleza – Los Angeles (124 ms); Rio de Janeiro – Nova York (141 ms); Fortaleza – Lisboa (163 ms); Fortaleza – Singapura (259 ms).

O objetivo é aumentar sua capacidade de oferecer serviços de Data Center para clientes nacionais e internacionais, que se beneficiam de serviços hiperconectados de baixa latência e acesso a nós de conteúdo mundial, disponível nos cinco continentes, graças ao Ponto de Presença de Singapura, lançado recentemente.