Estamos diariamente cercados por uma enxurrada de informações, fomos literalmente engolidos pela Era da Informação, mas toda essa massa que consumimos é mesmo necessária?
É importante refletir que o conhecimento não está diretamente ligado a quantidade de informações que recebemos, e sim pela relevância dela em nosso dia-a-dia.
 
Quando vemos centenas de e-mails se acumulando em nossas caixas, temos a percepção clara de que é importante filtrar tanta informação e ser mais assertivo na qualidade do que recebemos.
E esta questão precisa ser verificada de maneira mais ampla. Contratamos serviços diariamente de diversos fornecedores, assinamos diversos contratos com páginas de informações, mas será que as informações ali constantes são suficientes para proteger o nosso negócio?
 
Ao trazer esta discussão para a contratação de provedores de Data Center a questão passa a ser: se temos o conhecimento necessário para realizar essa contratação, se sabemos o nível de disponibilidade que nosso negócio precisa. Por exemplo, uma empresa que opera apenas no horário comercial pode tolerar paralizações em seu provedor de tecnologia fora deste período; agora se o negócio está na internet e opera 24 horas por dia, a tolerância a falhas deve ser menor. 
 
Além de saber se pode ou não sofrer interrupções é importante compreender quanto custam segundos ou minutos de interrupção para o negócio. Há alguns dias, um profissional me explicou o impacto da paralização de sistema para uma indústria de vidros planos, a interrupção de segundos pode provocar um prejuízo milionário.
 
Ou seja, há de se entender o nível de criticidade dos serviços de TI para o negócio antes de contratar um provedor de serviços para que haja sinergia entre a necessidade e a oferta. Quando se contrata um nível de serviço abaixo do necessário está claro que o risco aumenta. Agora, quando se contrata um nível de serviço muito acima, o risco pode estar mitigado, mas há um custo que pode inviabilizar a operação. 
 
O segredo então é contratar certo, mas a ação não para por aí. 
 
Após a contratação é necessário medir o nível dos serviços contratados, receber relatórios de performance da infraestrutura, auditar os serviços prestados, e reavaliar se realmente a contratação está aderente ao nível de serviço esperado. 
 
No próximo DCD>Brasil queremos discutir um pouco do que conhecemos e o que consideramos relevante quando se contrata serviços de Data Center. Para isto, gostaríamos de contar com a sua participação na pesquisa "Gerenciamento de Nível de Serviço em Data Center: contratado versus entregue". Clique aqui para responder a pesquisar. São apenas 15 perguntas, e os resultados coletados serão apresentados na palestra, que leva o mesmo nome da pesquisa, e será apresentada por Gustavo Moraes, Sócio-Diretor da INFRA IES.
Contamos com a sua participação.