A promessa da Embratel era fazer da Rio 2016, os Jogos Olímpicos mais conectados da história. Após a realização do evento, Mário Rachid, diretor executivo de Soluções Digitais da Embratel, e Marcello Miguel, diretor de Marketing e Negócios da Embratel, garantem que sim: os Jogos Olímpicos do Rio foram os mais conectados da história. 

Em parceria, a Embratel, Claro e NET, Patrocinadoras e Fornecedoras Oficiais do evento, por meio de uma estrutura gigante de telecomunicações, realizaram os jogos mais compartilhados até hoje. A infraestrutura de telecomunicações funcionou com alta disponibilidade e qualidade. Cerca de 5 bilhões de pessoas, no mundo, assistiram e acompanharam a Rio 2016, por meio da tecnologia da Embratel. Os serviços foram a base de mais de 100 venues (locais de competição e de não competição) e estiveram presentes em toda a infraestrutura do evento, incluindo o atendimento ao público e à Família Olímpica: 25 mil Jornalistas, 50 mil voluntários e 15 mil atletas.

Data Center 

Dois data centers próprios com alta disponibilidade e certificação internacional Tier III foram destinados ao atendimento dos Jogos. Os sites da Embratel foram responsáveis por atender a demanda de hospedagem e armazenamento da estrutura dos Jogos. O Portal da Rio 2016, do Site de Vendas de Ingressos e do Portal de Voluntários foram hospedados nos servidores Embratel. A empresa contou também com o cabo submarino AMX-1, que interliga o Brasil a outros países da América Latina e Estados Unidos. Foi disponibilizada a frota satelital da empresa, a maior da América Latina, e, em especial, o novo satélite Star One C4, direcionado para o mercado de Broadcast.

"Reforçamos a estrutura de telecomunicações em aeroportos, hotéis, rotas terrestres, túneis para o Parque Olímpico e pontos de concentração. Importante ressaltar que, juntas, Claro, Embratel e NET possuem mais de 181.000 quilômetros de cabos óticos, 17.000 quilômetros de cabos submarinos, 17.000 ERBs (Estações Rádio Base) e 8 satélites", destacam os executivos da Embratel. 

Essa rede apoiou a estrutura construída especialmente para os Jogos Rio 2016, e atendeu ao público presente no evento, além de 50.000 voluntários, mais de 15.000 atletas, comitivas de 200 países e mais de 25.000 jornalistas, que tiveram acesso a uma rede gratuita e ultrarrápida.

"Mostramos ao mundo que nossa estrutura é moderna e compatível com a magnitude dos jogos. Os recordes registrados, em nossa rede, durante o evento mostram a alta qualidade e disponibilidade que os clientes receberam, por meio de nossas ofertas, garantindo total segurança durante o evento."  

Os data centers da Embratel possuem certificação Tier III, conferida pelo Uptime Institute e TUV Rheinland, e são interligados, por meio de um backbone nacional, o que assegura atendimento aos clientes, por meio de moderna infraestrutura, com conectividade de baixa latência uma vez que a rede de fibra ótica é da própria Embratel. 

Computação em Nuvem

Os Jogos Olímpicos do Rio foram os primeiros com a Computação em Nuvem como base da infraestrutura de telecomunicações. A Embratel foi responsável por disponibilizar uma série de serviços armazenados em nuvem, transmitir ao vivo, pela primeira vez, 100% das competições de uma Olimpíada. Este foi o desafio encarado pelas empresas, que estabeleceram parceria com as emissoras esportivas para a transmissão, em tempo real, de todas as provas do evento. Além dos canais tradicionais, a Globosat realizou transmissão, por meio de 56 novos canais, sendo 40 deles diretamente via rede IP da Embratel. Pela primeira vez no Brasil, o público experimentou a emoção de acompanhar dezenas de competições em tempo real. Os melhores atletas do mundo foram acompanhados ao vivo, durante todo o evento. 

Para viabilizar o projeto com agilidade, segurança e alta performance, todos os dados foram processados por meio das soluções Cloud da Embratel. A empresa recebeu por fibra ótica o conteúdo direto do Centro Olímpico do Rio de Janeiro e transcodificou o material, utilizando recursos que chegam a 1TB (Terabyte) para entrega de vídeos em alta definição, demonstrando que as soluções de armazenamento na nuvem podem ser utilizadas em aplicações críticas.

Infraestrutura de Telecomunicações 

A infraestrutura de telecomunicações teve como base o Backbone da Embratel, cuja extensão de 370 quilômetros equivale a 3.000 campos do Maracanã enfileirados em linha reta. Esta é a maior rede já construída para um único evento. A alta disponibilidade na transmissão de dados e de imagens de todas as competições da Rio 2016 foi garantida graças à redundância tripla desta rede, com o uso de centenas de quilômetros de cabos de fibra ótica. Este Backbone conectou mais de 60.000 pontos de acesso à rede, distribuídos em cerca de 100 Venues (locais de competição e de não competição). 

Para garantir conectividade plena, a Claro renovou as redes de telefonia móvel, com 97 novas estações com cobertura 3G e 4G no Rio de Janeiro. Apenas para os atletas e comitivas olímpicas e paraolímpicas, foram entregues mais de 20.000 linhas 3G e 4G para telefonia móvel. O projeto olímpico também envolveu mais de 12.000 pontos de TV por Assinatura, 10.000 linhas de telefonia IP, 8.000 pontos de acesso WiFi e em 60 instalações olímpicas. 

Infraestrutura de TI

Parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), coube à Atos divulgar para o mundo, em menos de meio segundo, os resultados de cada evento da Rio 2016. A Atos fez com que o trabalho da TI permitisse que os resultados e outros dados dos Jogos fossem compartilhados com mais rapidez, tanto online quanto pelos meios tradicionais, independentemente de plataforma e do local. 

"Em cada Olimpíada, apresentamos inovações em tecnologia: da nuvem à cibersegurança, bem como soluções que abrangem o crescente volume de dados. Como parceiros globais de TI, em oito Olimpíadas consecutivas, sentimos que a Rio 2016 serve como referência e incubadora de inovação para as principais soluções digitais de TI que oferecemos", comenta o gerente de Operações dos Jogos Olímpicos Rio 2016 da Atos, Marcelo Grimaldi, acrescentando que especificamente para a Rio 2016, o COI decidiu adotar a transformação digital. Dessa forma, foi possível oferecer ao evento, sistemas de TI de modo mais econômico e eficiente. Isso permite que, de agora em diante, os Jogos sejam compatíveis com várias plataformas. Entre essas novas tecnologias estão:

- Nuvem: foi usada pela primeira vez nos Jogos Olímpicos para hospedar aplicativos de suporte às operações do evento, entre eles o portal de voluntários, o sistema de credenciamento e de toda a força de trabalho.

- Lógica Analítica Avançada de Dados: forneceu visibilidade em tempo real do evento e foi um meio de identificar e evitar proativamente incidentes de segurança.

- Novas tecnologias digitais: ofereceram suporte aos Jogos, nos quais se esperava, pela primeira vez, que a audiência em smartphones superasse a audiência na TV. 

Legado

Para a Embratel, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 deixarão um importante legado para o país, já que boa parte das soluções disponibilizadas para o evento, ficará para o Rio de Janeiro e o Brasil. 

Para os Jogos, foi instalado o maior backbone individual já construído para um único evento (370 quilômetros de extensão), construído um novo data center, instalado um cabo submarino conectando o Brasil/Estados Unidos/América Latina, reforçada as estruturas de telefonia móvel com 97 novas antenas (ERBs), lançado um novo satélite (Star One C4) e desenvolvidas uma série de soluções, que começarão a ser ofertadas para clientes corporativos da Embratel, como novas soluções de segurança digital. 

"O desafio foi enorme, em função da complexidade para o processamento e distribuição do conteúdo para todo o Brasil, mas podemos afirmar que a Rio 2016 foi um marco em termos de produção, transmissão e tecnologia, em comparação a todas as edições anteriores dos Jogos", declara a Embratel, que juntamente com a Claro e NET faz parte do Grupo América Móvil, uma das maiores operadoras de telecomunicações do mundo. 

A Embratel é veterana em grandes eventos nacionais e internacionais, desde a Copa do Mundo de 1970, quando viabilizou a primeira transmissão em cores do Brasil, tem fornecido soluções de telecomunicações para grandes estruturas. Sua experiência inclui importantes competições como Jogos Panamericanos 2007, Copas do Mundo, Fórmula 1, Rio Open, entre outros.