Com o objetivo de ampliar sua presença geográfica e, também, sua base de clientes, a Wirelink, provedora brasileira de serviços de telecomunicações, está investindo na expansão de suas redes óticas DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) nos estados do Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Maranhão e Pernambuco, num total de 2.600 quilômetros.
 
As novas redes se interligam à outras operadas pela Wirelink, na Região Nordeste. Este é o caso do anel ótico do Consórcio BWM (formado pela empresa e por outros dois provedores), responsável por iluminar e operar um par de fibras que percorre o Cinturão Digital do Ceará, de cerca de 3.000 quilômetros de extensão.
 
“A intenção é continuar oferecendo o melhor custo-benefício em serviços de telecomunicações e alta disponibilidade aos nossos clientes, de modo a permitir que um número maior de cidadãos nordestinos disponham de conexão banda larga de última geração num preço acessível”, afirma Adriano Câmara Marques, diretor da Wirelink Telecom. “Ao todo, são cerca de 100 Gb/s de capacidade de transporte DWDM adicionada ao backbone ótico da Wirelink. Toda essa capacidade estará à disposição tanto dos usuários finais quanto dos grandes clientes corporativos que atendemos, como OTTs. Além disso, já estamos planejando novos enlaces para este ano”, completa.
 
A expansão do backbone ótico da Wirelink inclui transponders e amplificadores óticos para iluminar três novas rotas, com terminações nas capitais São Luís (MA), Fortaleza (CE) e Recife (PE). As novas ramificações estendem o transporte de dados para alcançar mais cidades com conexões multigigabit. Além disso, a integração dos novos enlaces ao Cinturão Digital resulta em anéis secundários, que beneficiam a topologia da rede ao criar mais possibilidades de redundância para os canais óticos.
 
“Estamos muito satisfeitos por contribuir para alavancar as conexões no Nordeste com equipamentos DWDM de última geração. Certamente, isso trará grandes benefícios e promoverá o desenvolvimento regional, ao permitir a efetiva integração de algumas áreas às demais regiões do país e à rede mundial de computadores” afirma Argemiro Sousa, diretor de Negócios da Padtec.