Conteúdo Arquivado

O conteúdo a seguir é de uma versão mais antiga deste site e pode não ser exibido corretamente.
Neste momento de forte desenvolvimento econômico e social na América Latina, as oportunidades de negócios das pequenas e médias empresas de todos os segmentos aumentaram na última década.
 
De acordo com o IBERPYME, a América Latina tem cerca de 11% das PMEs do mundo, com um total aproximado de 716 mil pequenas e 145 mil empresas de médio porte. Embora tenham representatividade nas economias locais, outros números revelam que as PMEs ainda são pouco ativas em relação às soluções mais avançadas de TI, o que compreende uma cadeia de riscos à segurança corporativa, baixa produtividade e uma série de dores de cabeça para todos os funcionários.
O níveil de profissionalização dos funcionários, assim como a infraestrutura geral destas empresas têm melhorado. Apesar dos avanços e do advento de uma nova crença corporativa nos países da nossa região, ainda temos um enorme caminho para o desenvolvimento da TI nas PMEs.
 
Para avançar rumo a um ambiente corporativo otimizado e inteligente, uma das práticas mais comuns nessas empresas é o uso do computador pessoal para a função de servidor. Mas, ainda que algumas empresas pensem que um servidor é um desktop mais avançado, não é possível substituir um equipamento por outro. Há profundos riscos de perda de todo o patrimônio (dados/informação) e histórico de anos de trabalho de uma PME quando se utiliza um equipamento que não suporta a proteção da informação e a disponibilidade de um servidor.
Existe também um mito no mercado de que os preços dos servidores são muito elevados, mas isso não é verdade. Há muitas opções com a mesma faixa de custo e até mais baratos que os computadores pessoais. A grande vantagem, neste caso, é que os servidores oferecem flexibilidade para mudanças de configuração e capacidade computacional, e são adaptáveis de acordo com o crescimento da empresa e das necessidades de TI.
 
Se comparados aos computadores pessoais, os servidores oferecem como vantagem o funcionamento 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem interrupção. Além disso, todos os componentes de um servidor possuem níveis mais altos de disponibilidade: da memória de correção de erros (ECC), o controlador de disco com RAID integrado para a proteção de dados, bem como os processadores projetados para trabalhar a 100% durante longos períodos, sem comprometer a disponibilidade dos equipamentos.
 
A arquitetura e a implementação para uma PME deve ser simples, a fim de facilitar a administração, gestão e a manutenção da infraestrutura. Para chegar a um sistema operacional seguro, é preciso mapear quais são as informações e os processos necessários para o funcionamento do negócio, e, então, construir uma arquitetura flexível para o crescimento e a adaptação da empresa. Vale atentar-se à implementação de uma aplicação LOB, ou seja, um sistema de controle de estoque, caixa, pessoal, entre outros. Além disso, é importante que a instalação suporte um bom acesso à Internet, impressoras e a disponibilidade de outros recursos compartilhados de forma segura na rede interna.
 
Com esses requisitos em mente, uma boa estratégia é segmentar a rede interna e externa utilizando duas interfaces de rede (que são oferecidas apenas pelos servidores), para evitar a exposição da rede interna para a internet, e manter o controle do acesso à rede da internet.
É fundamental também que todos os funcionários tenham acesso fácil e rápido, de forma segura, à informação e aos sistemas nos computadores pessoais, mas também por meio de todos os demais dispositivos móveis. O executivo de hoje precisa de acesso onde quer que esteja, a qualquer hora do dia – e isto exige uma infraestrutura de TI corporativa inteligente.
Com muitas oportunidades para PMEs em todos os países da região, é fundamental que os líderes das empresas possam se concentrar na ampliação dos negócios, deixando a gestão de TI para provedores confiáveis que ofereçam a tranquilidade de ter os sistemas operando de forma segura e contínua.