Após denúncias de que teriam colaborado com espionagem do serviço secreto norte-americano, Google, Microsoft, Yahoo e Apple em respectivas declarações negam espionagem.
De acordo com o ministro das Comunicações, os hábitos de empresas norte-americanas como Google e Facebook devem ser questionados.
"Quando nos pedem dados ou informação sobre indivíduos determinados, examinamos a minuciosamente a solicitação para assegurar que não fere a lei, só então fornecemos a informação", disse Joe Sullivan, diretor do Facebook.
O Google afirma que o governo dos Estados Unidos não têm acesso aos seus servidores diretamente ou pela “porta dos fundos”, sistema do tipo "caixa drop”.
A Microsoft nega também que os Estados Unidos tenham acesso direto aos seus dados e afirmou que qualquer divulgação de informações deve primeiro passar por obstáculos legais. A empresa diz que nunca ouviu falar do programa “Prism”, recentemente mencionado nos meios de comunicação.
O Yahoo! Brasil indicou que "nunca forneceu qualquer dado de usuário para autoridades estrangeiras já que isso constitui uma violação de seus termos de serviço e política de privacidade.
Um porta-voz da Apple, Steve Dowling, disse ao jornal americano Washington Post: "nunca ouvimos falar da Prism; não fornecemos, a nenhuma agência do Governo o acesso direto aos nossos servidores. Qualquer departamento do Governo que peça dados dos nossos clientes, tem que apresentar uma ordem judicial”.
Se já havia uma preocupação constante de usuários com a privacidade de seus dados, agora as empresas precisarão ter uma política mais transparente e, claro, provar que não estão aliadas a estratégias de vigilância de governos.