Quando o assunto é Data Center, uma das maiores preocupações das empresas é com relação a prevenção de falhas. Isso porque neles estão concentrados servidores, equipamentos de armazenamento e processamento de informações, além de sistemas de ativos como switches e roteadores de companhias de diversos segmentos, que não podem sofrer com indisponibilidades nas operações.
Por trabalharem com infraestrutura de alta densidade, os Data Centers estão entre os maiores consumidores de energia elétrica e é por este motivo que é importante contar com o emprego de energia confiável por meio do auxílio de Grupos Geradores. Essa cautela é necessária já que evita que sistemas importantes deixem de funcionar, como é o caso de operações bancárias que em uma situação de queda de energia, por exemplo, podem deixar fora do ar cartões, terminais, aplicativos e demais funções utilizadas no cotidiano de muitas pessoas e organizações.
“Em toda estrutura de Data Center é necessário investir em tecnologias de alta confiabilidade e eficiência de consumo energético. Para isso, a companhia deve apostar em equipamentos confiáveis e serviços especializados para missão crítica, a fim de garantir um pleno funcionamento de todo o sistema mesmo em situações catastróficas. Uma sugestão é contar com um projeto redundante ou um Data Center espelhado, de acordo com o tamanho da operação do cliente”, descreve Maurício Garcia, diretor da Unidade de Energia da Sotreq.
“Além da preocupação com os quesitos técnicos, em todos os nossos projetos temos a cautela com questões relacionadas ao meio ambiente e de redução de despesas ao cliente. Para isso, contamos com a análise de engenheiros certificados pelo Uptime Institute, órgão de pesquisa, consultoria e de certificação de Data Centers”, informa Garcia.
Esses profissionais ajudam a averiguar toda a proposta da usina de geração e distribuição e também verificam se a topologia e outros aspectos atendem às premissas técnicas solicitadas pelo órgão. Cada infraestrutura recebe uma classificação que indica o quão preparada a mesma está para situações de emergência. Nesse caso, pode ser classificada em quatro níveis de certificação, de Tier I a Tier IV. Quanto maior o Tier, menor é a probabilidade de falha e maior é a segurança e confiabilidade das operações que envolvem processos críticos.
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