Estudos afirmam que até 2021 teremos 28 milhões de dispositivos conectados no mundo. Este crescimento sinaliza a mudança no comportamento da população, que utiliza ainda mais smartphones e tablets em sua rotina, além de representar novos desafios às empresas.
 
“Nas conversas do dia a dia com os CIOs das grandes corporações brasileiras, sempre surgem assuntos relacionados à transformação que o segmento de TI está vivenciando. Nuvem, Internet das Coisas, Mobilidade, Big Data, malha de dispositivos, mundo algorítmico, digitalização entre outras tecnologias emergentes, não faltam em tais conversas. Tendo em vista esse cenário, considero que o principal desafio para o CIO no Brasil em 2016, é o de melhorar a eficiência de seus sistemas, reduzindo custos para liberar cada vez mais recursos para a inovação”, analisa Gilson Magalhães, presidente da Red Hat no Brasil.
 
Segundo o presidente, existe a necessidade de melhorar sistemas anteriormente implementados, reduzindo custos e ampliando o uso de soluções em nuvem. "É fundamental ter uma visão clara e bem definida do que deve ficar dentro da nuvem e fora dela. Também é importante considerar que a criação de nuvens híbridas requer um planejamento que permita gerenciar as aplicações que fazem uso de recursos internos e externos, garantindo a eficiência e a segurança das transações. Outra recomendação é a de utilizar, sempre que possível, aplicativos desenvolvidos para operarem diretamente na nuvem (SaaS – Software as a Service)”, explica.
 
Segundo a Red Hat, um dos principais desafios do momento, é garantir inovações que permitam lucro e promovam resultados. “Com orçamentos apertados, precisando de maior eficiência operacional e pressionadas pela necessidade da incorporação de inovação constante, as empresas brasileiras devem considerar cada vez mais o uso de soluções baseadas em open source, que hoje endereçam grande parte de seus dilemas. Nosso modelo de negócio também ajuda por ser baseado em subscrição anual e não em licenciamento de uso, que pressupõe a aquisição de ativos”, acrescenta Gilson Magalhães.
 
Expectativas
 
A Red Hat fechou o seu último quarter, referente aos meses de setembro/outubro/novembro de 2015, em 524 milhões de dólares, 15% a mais do que no período do ano anterior; as expectativas são positivas globalmente neste próximo ano fiscal. “No Brasil devemos considerar o momento político/econômico como eventual inibidor de crescimento tendo em vista, principalmente, a desvalorização do real frente ao dólar que afeta nossa operação. Por outro lado, esta fase faz com que muitas empresas busquem alternativas para reduzir seus custos compensando as perdas com a moeda”, conclui o presidente no Brasil.
 
Do ponto de vista de soluções, a Red Hat está preparada para o mercado. “Nosso portfólio oferece agilidade, redução de custos, independência dos fabricantes proprietários para que as empresas possam reagir rápido aos desafios. Desde as soluções de Infraestrutura de Cloud com o RHELOSP (Open Stack Platform) e CloudForms (plataforma de gerência de cloud), soluções de Plataforma como Serviço com o OpenShift, Software defined Storage com o Red Hat Storage até todos os componentes de Middleware para desenvolver da forma mais rápida, eficiente e aberta”, detalha Boris Kuszka, Solution Architect Manager da empresa.