De acordo com a CorpFlex, as empresas estão buscando reduzir custos em todos os sentidos, principalmente na área de TI, pois com a transformação dos negócios para o mundo digital e as necessidades de tocar projetos internos, a tecnologia tem se tornado uma aliada estratégica das empresas.
"Quem tem infraestrutura interna de servidores, onde a mesma está obsoleta ou até mesmo no gargalo, pode migrar suas aplicações de missão crítica para nossa plataforma de Cloud Privada, onde construímos para garantir alta disponibilidade e performance", afirma Marcos Andrade, CMO da CorpFlex.
"Além disso, estamos permanentemente firmando alianças estratégicas e comerciais com grandes players do setor, que colocam a CorpFlex nas rodadas de negociações de grandes empresas quando pensam em terceirizar seu ambiente de TI com a nuvem", complementa.
A CorpFlex é uma empresa especializada em Cloud Computing e Outsourcing de TI, com 24 anos de atuação no mercado. Para driblar a crise, a empresa vem direcionando investimentos em áreas-chave, como forma de se diferenciar no mercado, fator importante em tempos difíceis. Ou seja, reforçando a capacitação da equipe, otimizando o sistema de controle de qualidade e praticando marketing de conteúdo, o que possibilita uma maior aproximação com os clientes e prospects, além da participação em eventos corporativos especializados em TI para debater e transferir conhecimento ao setor.
Nuvem
A CorpFlex é pioneira no modelo de nuvem no Brasil, ofertando essa modalidade de negócio desde 2004. De acordo com a empresa, a nuvem alcançou grandes níveis de maturidade no país. Passou da fase de adaptação; as empresas já entenderam o conceito e percebem a importância de hospedar seus dados em data centers como um benefício para a redução de custos. Sem falar no conceito de inovação e mobilidade que a tecnologia carrega.
"Analistas do setor anunciam que 2016 será o ano da nuvem corporativa. Um relatório divulgado pela consultoria IDC, mostra a nuvem com maior expressividade na América Latina do que no resto do mundo. Na região, 80% das empresas pesquisadas já utilizam esse recurso, contra apenas 8% que não possuem interesse nesse tipo de tecnologia", destaca.
Obstáculo no Brasil para a adoção da nuvem
Para a CorpFlex, hoje o maior obstáculo para a adoção da nuvem, é a segurança. "Existem empresários que ainda optam por modelos de controle de dados físicos, seja por estarem acostumados com esse tipo de serviço, seja por regras corporativas ou ainda por temerem pela segurança dos seus dados, aliás esta sempre foi uma das principais preocupações das organizações o que é perfeitamente aceitável, já que dados são estratégicos", comenta.
A CorpFlex criou uma plataforma de cloud específica para hospedar aplicações de missão crítica, onde a segurança dos dados é um dos elementos fundamentais da plataforma.
"É muito importante o cliente escolher a nuvem certa para colocar seus aplicativos de missão crítica."
Data Centers Virtuais
Para a CorpFlex, a virtualização veio para ficar, já que um dos principais benefícios da tecnologia é a "expressiva redução de custos, como foi o caso da Ubicua, integradora de atendimento automatizado. A partir da adoção da solução da CoprFlex, a empresa reduziu 70% dos gastos. Mobilidade, capacidade de inovação, flexibilidade e sustentabilidade também estão entre os pontos positivos."
Outro fator que indica essa tendência, é a utilização da computação em nuvem em grandes companhias, como o Hospital Santamália, Viver Construtora e Incorporadora, Belarina Alimentos, Gavilon, Somos Educação, entre outros.
Tendências
A empresa afirma que é mais rápido inovar com a cloud, e acredita que o avanço da computação em nuvem, vai continuar gerando um aumento de demandas e oportunidades de novos negócios ligados a mobilidade.
Dentro desse contexto, desenvolvimento de apps seguirão em crescimento, bem como plataformas de segurança, que além de detectar e prevenir ataques, responderão às ameaças. Aplicativos de rede e arquiteturas de serviços também estão entre as tendências anunciadas por especialistas para os próximos anos. A Internet das Coisas permitirá um mundo cada vez mais conectado. As máquinas se tornarão mais inteligentes. Cientistas ao redor do mundo também já divulgam resultados de experimentos utilizando DNN (Redes Neurais Profundas). Realidade virtual e algoritmos até então distantes da humanidade já permeiam o desenvolvimento de soluções. As empresas já têm consciência que a avalanche de informação disponível passa a ganhar uma finalidade em um mundo hiperconectado.
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