Não é de hoje que a transformação digital é palco de discussões na mídia e também dentro das organizações. Considerada um diferencial para alavancar os negócios, a inserção de tecnologia nas empresas assusta os gestores, pois requer mudanças significativas na estrutura de trabalho. A Internet das Coisas, do inglês Internet of Things (IoT), obriga as companhias a reformularem sua abordagem estratégica, abrindo portas para novas habilidades que vão muito além da competência técnica e operações do dia a dia. Dados da IDC, empresa de inteligência de mercado,  apontam que os números de “coisas” conectadas no Brasil, deve saltar dos atuais 140 milhões para 400 milhões em 2020. A previsão é que a chamada Internet das Coisas movimente US$ 7 bilhões no país, 71% mais que em 2016.
 
Atuante no mercado de soluções em TI para grandes redes de varejo e atacado há mais de 17 anos, a maisDADOS Tecnologia aposta nesta nova "onda". No contexto da Internet das Coisas, a empresa desenvolveu estratégias e produtos que alinham seus serviços à realidade do mercado, como a solução backup em nuvem. “Em casos de sinistro como incêndio, roubo e danos físicos na infraestrutura de servidores, as informações do cliente ficarão protegidas em um ambiente remoto, garantindo assim a continuidade do negócio. A nuvem possibilita, no caso de perda dos dados, a reconstrução lógica da estrutura operacional das empresas de forma rápida e eficaz”, conta o CEO da maisDados, Marcos Aurélio Pereira, ressaltando que o padrão de competitividade no mercado se desloca rapidamente para um contexto de flexibilidade, inovação e engajamento.
 
“Os executivos devem entender essas mudanças, desafiando suas equipes a exercerem a criatividade continuamente. Os modelos de negócio, consolidados por décadas de sucesso, são colocados em xeque e a Tecnologia da Informação torna-se a base de sustentação dessa nova economia”, diz. Segundo ele, a Internet das Coisas é uma realidade que não tem mais volta na vida das pessoas e também nas organizações. “Ao longo dos próximos anos, presenciaremos casos de adoção massiva de sistemas interligados e inteligentes, o que proporciona que tudo esteja interconectado, oferecendo comodidade aos usuários. O tempo é fator determinante nas mudanças tecnológicas e a sociedade sempre buscará novas formas de se conectar, otimizar e economizar”.
 
No caso da maisDADOS, Pereira exemplifica a busca por soluções na empresa que valorizam os elementos “online” e “instantâneo” na resolução de gargalos nas organizações. Elas têm tido cada vez mais saída, pois é considerada um dos pilares para contornarem a crise. “Atualmente, o nosso serviço de monitoramento de banco de dados em tempo real, o DCMON, é uma das ferramentas que merecem atenção. Ela identifica, antecipadamente, os riscos que as informações podem estar submetidas. Sabendo disso, nossos colaboradores tomam a medida necessária antes mesmo dos problemas se tornarem emergências. Em tempos de recessão econômica, uma das coisas que os empresários não querem é vivenciar situações que podem colocar sua empresa em risco”, enfatiza. “Hoje monitoramos mais de 100 empresas e vemos nitidamente o progresso dos nossos clientes. Tudo isso é consequência dessa revolução digital. “Só para 2017 a previsão de crescimento para a maisDADOS é de 30%”, conta.