Aprovados do vestibular nas nuvens - e não apenas pelo ingresso na Universidade Estadual Paulista. A Unesp usou a tecnologia de computação em nuvem para a divulgação dos resultados de 12 mil candidatos do vestibular de meio do ano da instituição. A Universidade utiliza o cloud computing por meio da ANSP (Academic Network of São Paulo), projeto da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
“Foi a primeira experiência desse sistema em vestibulares no Brasil”, afirma o coordenador da ANSP, Luis Fernandez Lopez. Com o cloud computing, as listas de aprovados nas duas fases puderam ser consultadas sem atropelos para os candidatos e a Universidade. O resultado foi considerado satisfatório pela Unesp e serviu como piloto para o Vestibular de dezembro, com cerca de 80 mil inscritos.
O serviço oferecido pela Unesp utilizou um ambiente com 100 GB de espaço em disco, 5 GHz de processamento, 10 GB de memória e 10 Mbps de rede, informa Rodrigo Santin, analista de redes do GRC e responsável pelo projeto.
Uma grande vantagem da tecnologia, explica Carlos Coletti, coordenador do Grupo de Redes de Computadores da Unesp, é que não há a necessidade da instituição ou da empresa investir em servidores no datacenter para atender demandas periódicas.
“É a tecnologia ideal para sites que têm picos de acessos e períodos de ociosidade alternados, como bancos e sistemas de concursos, editais e impostos”, enfatiza Lopez. Ainda não é possível evitar ataques hackers do tipo DDoS (Distributed Denial of Service), mas na maior parte dos casos, a nuvem lida com esses ataques muito melhor que servidores individuais.
“Foi a primeira experiência desse sistema em vestibulares no Brasil”, afirma o coordenador da ANSP, Luis Fernandez Lopez. Com o cloud computing, as listas de aprovados nas duas fases puderam ser consultadas sem atropelos para os candidatos e a Universidade. O resultado foi considerado satisfatório pela Unesp e serviu como piloto para o Vestibular de dezembro, com cerca de 80 mil inscritos.
O serviço oferecido pela Unesp utilizou um ambiente com 100 GB de espaço em disco, 5 GHz de processamento, 10 GB de memória e 10 Mbps de rede, informa Rodrigo Santin, analista de redes do GRC e responsável pelo projeto.
Uma grande vantagem da tecnologia, explica Carlos Coletti, coordenador do Grupo de Redes de Computadores da Unesp, é que não há a necessidade da instituição ou da empresa investir em servidores no datacenter para atender demandas periódicas.
“É a tecnologia ideal para sites que têm picos de acessos e períodos de ociosidade alternados, como bancos e sistemas de concursos, editais e impostos”, enfatiza Lopez. Ainda não é possível evitar ataques hackers do tipo DDoS (Distributed Denial of Service), mas na maior parte dos casos, a nuvem lida com esses ataques muito melhor que servidores individuais.