A Transit Telecom já não quer mais que a área de comunicação seja a única atividade pela qual ela é conhecida. A companhia - que pode ser considerada uma das últimas operadoras a atuar de forma independente, depois da venda da GVT para a Vivendi, e da Intelig e da Atimus para a TIM - quer ganhar espaço também em software e serviços de tecnologia da informação (TI).
Integração de TI e telecomunicação é a base da estratégia da Transit, diz Allan Sato Horita, que há três meses assumiu a diretoria de operações da companhia. "Toda a nossa rede de telecomunicação que foi construída e implantada nos últimos anos está preparada para integrar as soluções de TI ou qualquer SVA [serviço de valor adicionado] para as teles, dentro de nossa própria estrutura."
Para entrar no segmento, a Transit adquiriu nove empresas de áreas como pagamentos eletrônicos, gestão e etiquetas inteligentes (RFID), nos últimos 16 meses. De acordo com Horita, a área de TI pode representar de 10% a 12% do faturamento.
Em 2010, a companhia iniciou um plano de investimento de R$ 200 milhões. O projeto prevê o lançamento de produtos, como os da área de tecnologia de informação, automação residencial, serviço de televisão pela internet (IPTV) e TV por assinatura e a ampliação da rede de fibra óptica da Transit.
O objetivo é ampliar os atuais 800 quilômetros para 2 mil quilômetros até março do ano que vem, seja a estrutura própria, seja por trechos de outras operadoras. "A fibra hoje é dinheiro vivo, por conta da demanda por internet banda larga”. Essa estrutura será complementada por um sistema de comunicação via radiofrequência, mais barato e fácil de instalar.
Integração de TI e telecomunicação é a base da estratégia da Transit, diz Allan Sato Horita, que há três meses assumiu a diretoria de operações da companhia. "Toda a nossa rede de telecomunicação que foi construída e implantada nos últimos anos está preparada para integrar as soluções de TI ou qualquer SVA [serviço de valor adicionado] para as teles, dentro de nossa própria estrutura."
Para entrar no segmento, a Transit adquiriu nove empresas de áreas como pagamentos eletrônicos, gestão e etiquetas inteligentes (RFID), nos últimos 16 meses. De acordo com Horita, a área de TI pode representar de 10% a 12% do faturamento.
Em 2010, a companhia iniciou um plano de investimento de R$ 200 milhões. O projeto prevê o lançamento de produtos, como os da área de tecnologia de informação, automação residencial, serviço de televisão pela internet (IPTV) e TV por assinatura e a ampliação da rede de fibra óptica da Transit.
O objetivo é ampliar os atuais 800 quilômetros para 2 mil quilômetros até março do ano que vem, seja a estrutura própria, seja por trechos de outras operadoras. "A fibra hoje é dinheiro vivo, por conta da demanda por internet banda larga”. Essa estrutura será complementada por um sistema de comunicação via radiofrequência, mais barato e fácil de instalar.