A adoção da hospedagem na nuvem tem sido uma tendência mundial para qualquer negócio, e a saúde não fica de fora disso. De acordo com dados do TIC Saúde 2022, 60% dos estabelecimentos da área possuem o armazenamento de arquivos ou banco de dados em nuvem.

Atualmente, apenas 41% das instituições de saúde no País possuem capacidade de processamento na cloud (TIC Saúde 2022). Por isso, mais organizações têm buscado o modelo de sistemas através da nuvem. Em 2021, por exemplo, 38% das clínicas, hospitais e demais possuíam tal tipo de capacidade de processamento.

Entre os benefícios apontados, o ganho de tempo de atendimento e na busca por registros do paciente dentro do sistema, além da otimização da gestão e a segurança dos dados têm chamado a atenção.

“As organizações que ainda utilizam armários e documentos estão suscetíveis aos danos e ao roubo dos documentos físicos, sem falar da questão dos processos, que são mais demorados por conta da busca manual. Por isso, a transição para a nuvem busca melhorar a gestão com a agilidade do atendimento, diminuir erros nas medicações, além de facilitar o repasse de informações entre médicos, enfermeiros e a administração”, explica Wilton Rondon Ribeiro Júnior, CEO da Flowti, empresa que participa de projetos de transição do “on premises” para a cloud nas instituições de saúde no Brasil.

Após mudanças internas, a Flowti registrou um crescimento de 85% no resultado operacional, com o investimento na cloud, melhoria do Net Promoter Score, aumento da equipe comercial, otimização de custos e aumento no faturamento.

“Contamos com grandes mudanças que têm nos impulsionado e colaborado para mudar o panorama de instituições de saúde no Brasil. Com a mexida na equipe e o reforço da cloud, temos expandido nossas operações e conquistado ainda mais espaço no mercado”, completa Wilton. A organização atualmente está em países como Argentina, Chile, Uruguai e Peru. No ano de 2022, a empresa apresentou um crescimento de 20% em relação a 2021.