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A Elavon, empresa global de captura de transações, adquirência e processamento de meios eletrônicos de pagamento, iniciou suas operações com uma joint venture entre a Elavon, subsidiária da U.S. Bankcorp e o Citibank, subsidiaria do Citigroup.
 
Um dos maiores credenciadores de cartões dos Estados Unidos, movimentando mais de US$ 300 bi por ano, a Elavon iniciou operações como a primeira multinacional do segmento a se instalar no Brasil, após o fim da exclusividade de bandeiras, em julho de 2010. Por aqui, a Elavon vislumbra conquistar 15% do mercado brasileiro nos próximos anos. A previsão é de que o crescimento para o volume de transações acompanhe o incremento do próprio mercado local, com metas agressivas na tentativa de conquistar seu espaço no mercado brasileiro. A Elavon vem investindo fortemente em tecnologias de ponta para assegurar que o desempenho da sua infraestrutura possa dar conta do recado.
 
“O quesito segurança para Elavon é sensível, por isso a área de tecnologia adota os mais rígidos padrões do mercado. No contexto da segurança está, também, a busca ininterrupta pela estabilidade da plataforma de processamento, que faz com que a TI busque sempre soluções para um melhor atendimento ao cliente. Com desempenho acima da concorrência, a conectividade é fundamental para a comunicação em tempo real com os pontos de vendas. Com isso, a Elavon adota soluções customizadas, flexíveis e inovadoras", comenta o Diretor de Tecnologia da Informação da Elavon, Eduardo Camasmie.
 
Alta Performance
 
Segundo o Diretor, o tempo de resposta das transações é um tema crucial para a Elavon. Estimativas apontam que, em média, uma transação de pagamento com cartões leva de 6 a 8 segundos, desde a inserção do cartão no POS (equipamento que faz a captura da transação), até a impressão do comprovante.
“A Elavon, com a infraestrutura consolidada no Brasil, tem conseguido se destacar neste quesito. Contabilizamos a realização de transações na margem de 2 a 3 segundos mais rápido que os concorrentes. A velocidade da transação é um aspecto cuja excelência depende, de bons acordos e governança constante das operadoras de telecom”, diz.
 
O Backoffice
 
De acordo com Camasmie, todas as transações capturadas no Brasil passam pelos sites de concentração da Elavon, localizados em São Paulo e Rio de Janeiro, e depois são enviadas aos grandes centros de processamento da companhia nos EUA e na Europa.
 
Com uma infraestrutura de ponta, a Elavon detém dois centros de processamento, sendo um em Knoxville (estado do Tennessee, Estados Unidos) e outro em Varsóvia, na Polônia.
Para o data center brasileiro de São Paulo, a Elavon selecionou soluções de ponta a ponta da Panduit, incluindo a solução UTP categoria 6, com a utilização de patch panel modular, rack, cabeamento de fibra óptica monomodo e aterramento. “Frente a todas necessidades de desempenho e com base na qualidade dos produtos, as soluções Panduit, com a implementação da DMI, tem um papel muito relevante para garantir confiabilidade e segurança necessárias para o processamento da rede”, destaca.
 
O Diretor da Elavon lembra que o fornecimento de todo o cabeamento da Panduit, bem como de todos os equipamentos de infraestrutura e suporte, instalados e operados pela DMI, atenderam a implementação do projeto da Elavon no Brasil, incluindo os dois data centers (São Paulo e Rio de Janeiro) e os dois escritórios comerciais, além de uma infraestrutura para comunicação com o call center da companhia.
“Durante as fases do projeto, a DMI e a Panduit estiveram presentes por meio do seu suporte técnico em atendimentos rápidos para suportar as novas necessidades geradas ao longo do desenvolvimento e implementação do projeto”, frisa o Diretor.
 
“Para nós da Panduit, participar no Brasil de um projeto que visa replicar os altos padrões norte-americanos de segurança para transações, traz uma expertise irrevogável para o know how local”, afirma  a Gerente de Contas Estratégicas da Panduit, Ana Paula S. Nemer Ribeiro.