A Monitoração como Serviço é um dos projetos integrantes do portfólio da Agência de Inovação Serpro. O objetivo do projeto é criar um novo tipo de serviço, no catálogo da empresa, e possibilitar a monitoração de ativos de rede e serviços armazenados em infraestrutura administrada por terceiros. Inclusive aqueles armazenados na nuvem, em modelo similar ao do Software como Serviço (SaaS).
As opções que serão propostas para os clientes visam atender diferentes perfis de monitoração, adequando-se às necessidades de cada cliente. Os pacotes de serviços serão os de monitoração operacional, monitoração personalizada, monitoração de URL e gerenciamento de ocorrências.
“A monitoração traz como maior vantagem para o cliente a orquestração de seu ambiente. Seja no sentido de identificar incidentes prioritários para que sejam tratados como tal ou no sentido de prever através de indicativos a ocorrência dos incidentes. O status ideal da monitoração é orientar antes que aconteça”, explica Adail Horst, autor do projeto.
Muitas empresas contratam a monitoração como uma forma de concentrar as atenções no foco do seu negócio e, assim, evitar a dedicação de esforços em atividades-meio, como gerenciamento e monitoração dos serviços e da infraestrutura de TI. O público-alvo do projeto são os órgãos públicos que não possuem equipe especializada em monitoração ou que utilizam o serviço IaaS (Infraestrutura como Serviço) do Serpro.
A comercialização deverá ser iniciada, a partir do segundo semestre deste ano, com módulos básicos de monitoração (monitoração operacional) e com a realização de reuniões com o cliente, para identificar oportunidades de melhoria e o momento mais oportuno para as personalizações e a adição de serviços opcionais.
“O Serpro tem a expertise, a tecnologia e os profissionais qualificados dentro da empresa. Sabemos fazer a monitoração desde um simples ativo ou servidor até um ambiente com redundância ou em cluster, independente do tamanho. Diariamente precisamos configurar a monitoração de serviços, mantendo a capacidade de alertar sobre problemas de desempenho e disponibilidade de ambientes complexos”, afirma Adail, que é da Superintendência de Operações, em Brasília.
Conforme o modelo da computação em nuvem, a solução proposta deverá ser completa no que tange os recursos de TI com hardware, software, rede e armazenamento.
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