O Serpro apresenta nesta segunda-feira ( 4), seu mais novo produto: trata-se do VER, uma plataforma de Big Data, distribuída em máquinas virtuais em ambiente de nuvem, com alta performance na busca de informações em grande volume e em diferentes formatos.
“O VER indexa para busca mais de 3.000 formatos de dados, incluindo todos os formatos abertos, além de .PDF e .doc. O principal benefício é mostrar, em poucos milissegundos, resultados de busca em qualquer quantidade e variedade de dados, atualizados em tempo real, devido à sua capacidade de replicação e paralelismo de execução”, destaca o gerente do Departamento de Estratégia para Implantação do Centro de Informações Serpro (CIS), Ednylton Franzosi.
Segundo ele, o VER, por ser uma plataforma flexível, está voltado para diferentes públicos, de acordo com as coleções de dados disponibilizadas. “O Ministério do Planejamento e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional já encomendaram produtos da plataforma para avaliação. Além desses, temos como clientes potenciais qualquer esfera governamental ou iniciativa privada que podem, via APIs ou consultas, consumir informações de coleções de dados em diferentes contextos de negócio”, completa Franzosi.
A plataforma foi batizada de VER - Very Exciting Recovery inspirada na facilidade de se descobrir, agregar, buscar informações e funciona da seguinte forma: no contexto de uma coleção de dados, por exemplo Compras Governamentais, é possível retornar em poucos milissegundos, para qualquer quantidade de registros, o resultado de um argumento de busca, como “sala cofre”. É o que explica Eduardo Saint Clair, da Superintendência de Data Center do Serpro, idealizador e um dos analistas envolvidos no desenvolvimento do projeto.
“A partir desses resultados, o usuário pode fazer novas buscas com apenas um clique, o que é conhecido como busca facetada. Aos moldes do Google, os mais de 30 milhões de registros de compras do governo estão indexados, divididos e replicados em 24 máquinas virtuais de busca, cada uma com quatro imagens dos registros distribuídos, permitindo o paralelismo de processamento além da proteção contra falhas”, detalha Eduardo. “A arquitetura é perfeitamente escalável, o que significa que pode suportar coleções de qualquer tamanho sem perda de desempenho”, finaliza.
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