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Seguindo os passos da Google, a Amazon acaba de anunciar que também reduzirá o preço da maioria de seus serviços de computação em nuvem. Tal redução passa a valer a partir do dia 1º de abril e os cortes de preços vão de 10% até 65%, segundo informa o vice-presidente sênior da Amazon Web Services,  Andrew Jassy. Esta é a 42ª redução de preço da AWS desde seu lançamento há oito anos. 
A empresa, tida como maior provedor de IaaS do mundo, vem enfrentando crescente concorrência de outros gigantes da Internet, com infraestruturas de data center em massa que foram intensificando suas ofertas de nuvem pública, demonstrando que eles estavam falando sério sobre participação no mercado.
 
Além de cortar as taxas de computação, armazenamento e análise de nuvem, a Google também anunciou uma grande mudança para a estrutura de preços aluguel de servidor em nuvem. Em vez de vender a capacidade de computação com desconto (como a Amazon vem fazendo).
A Amazon Cloud Storage S3, vai custar cerca de 51% menos. As reduções em diferentes níveis de preços variam de 36 % a 65%.
A nuvem de serviço de banco de dados vai custar 28% a menos, disse Jassy.
A Microsoft, outro grande rival de mercado de nuvem pública, na quarta-feira anunciou a disponibilidade geral de seus serviços de nuvem pública por seu data center na China.
 
A companhia disse que foi o primeiro provedor de serviços de nuvem global a oferecer serviços hospedados internamente no país. A empresa montou uma infraestrutura de nuvem na China em parceria com a operadora de data center local 21Vianet.
A empresa mudou o nome de seus serviços de nuvem de Windows Azure para Microsoft Azure.
Já a Amazon tem um data center em Hong Kong e seu  informa que em breve estará nos arredores de Beijing.