A SAP deixou de ser sinônimo de software caro: no segundo trimestre de 2011, as vendas para pequenas empresas subiram 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Os produtos para gestão corporativa da SAP eram considerados de difícil implementação pelas empresas, mas essa visão está mudando.
Depois da matriz alemã e da subsidiária nos EUA, o Brasil é a maior subsidiária da SAP em fautramento. No segundo trimestre, o faturamento da companhia com software totalizou € 802 milhões em todo o mundo, o que representa alta de 26% ante a mesma época de 2010.
Já a receita total no período, incluindo suporte e serviços relacionados a software, atingiu € 3,3 bilhões e, na comparação com o segundo trimestre do ano passado, cresceu 14%. O lucro depois de impostos chegou a € 588 milhões - 25% superior a igual período de 2010.
Boa parte desse sucesso pode ser creditada às mudanças no comando da SAP. Leo Apotheker, atual presidente da HP, deixou a liderança da empresa e a empresa passou a ter dois copresidentes: Bill McDermott e Jim Hagemann Snabe.
Como efeito, as subsidiárias ganharam autonomia, encurtando o ciclo de tomada de decisão e de aprovação de ações locais. "No caso do Brasil, um país grande e distante da nossa matriz, na Alemanha, isso foi muito importante para agilizar a tomada de decisão para atender demandas do mercado", conta Luís César Verdi, presidente da SAP Brasil.
Em 2009, o Brasil ganhou evidência no projeto global da SAP, que traçou um plano para triplicar o faturamento da unidade entre 2010 e 2014.
A nova fase da SAP tem três pilares. O primeiro é avançar no mercado de mobilidade, o que levou à aquisição da Sybase, em 2010, por US$ 5,8 bilhões. Outro pilar é computação em memória, com a oferta de produtos que permitem às empresas tomar decisões de negócios com base em análises de grande volume de informações em tempo real.
O terceiro pilar é computação em nuvem. Neste caso, a SAP aposta na oferta de aplicações de nicho, como software que mede emissões de carbono, e no lançamento de um software de gestão empresarial - conhecidos no mercado como ERP - para pequenos e médios negócios. O produto chega ao Brasil no próximo ano.
Depois da matriz alemã e da subsidiária nos EUA, o Brasil é a maior subsidiária da SAP em fautramento. No segundo trimestre, o faturamento da companhia com software totalizou € 802 milhões em todo o mundo, o que representa alta de 26% ante a mesma época de 2010.
Já a receita total no período, incluindo suporte e serviços relacionados a software, atingiu € 3,3 bilhões e, na comparação com o segundo trimestre do ano passado, cresceu 14%. O lucro depois de impostos chegou a € 588 milhões - 25% superior a igual período de 2010.
Boa parte desse sucesso pode ser creditada às mudanças no comando da SAP. Leo Apotheker, atual presidente da HP, deixou a liderança da empresa e a empresa passou a ter dois copresidentes: Bill McDermott e Jim Hagemann Snabe.
Como efeito, as subsidiárias ganharam autonomia, encurtando o ciclo de tomada de decisão e de aprovação de ações locais. "No caso do Brasil, um país grande e distante da nossa matriz, na Alemanha, isso foi muito importante para agilizar a tomada de decisão para atender demandas do mercado", conta Luís César Verdi, presidente da SAP Brasil.
Em 2009, o Brasil ganhou evidência no projeto global da SAP, que traçou um plano para triplicar o faturamento da unidade entre 2010 e 2014.
A nova fase da SAP tem três pilares. O primeiro é avançar no mercado de mobilidade, o que levou à aquisição da Sybase, em 2010, por US$ 5,8 bilhões. Outro pilar é computação em memória, com a oferta de produtos que permitem às empresas tomar decisões de negócios com base em análises de grande volume de informações em tempo real.
O terceiro pilar é computação em nuvem. Neste caso, a SAP aposta na oferta de aplicações de nicho, como software que mede emissões de carbono, e no lançamento de um software de gestão empresarial - conhecidos no mercado como ERP - para pequenos e médios negócios. O produto chega ao Brasil no próximo ano.