A Proofpoint, empresa especializada em cibersegurança e compliance, realizou pela primeira vez no Brasil o Proofpoint Protect Tour. Organizado no Teatro B32, na zona sul da cidade de São Paulo, o evento reuniu na terça-feira, 15 de abril, especialistas do setor, clientes e colegas de cibersegurança para palestras, debates e keynotes sobre tendências do setor.

Nathan Chessin, SVP, Worldwide Sales Engineering da Proofpoint, abriu o evento falando sobre a questão do fator humano na cibersegurança. A segurança, disse ele, precisa ser focada nas pessoas e explicou o conceito de human-centric security. Trabalhar somente com os sistemas não é suficiente uma vez que de cada 10 vazamentos de dados e invasões, 9 foram causadas pelo fator humano.

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– Bruno Faria

Na segunda parte do evento, Marcos Nehme, Diretor Sênior da Proofpoint, recebeu cinco líderes de segurança para falar sobre a evolução de seus papéis, quais são os desafios que eles enfrentam hoje e como eles estão trabalhando com a Proofpoint para proteger pessoas, dados e também as redes da empresa. Mariana Werson, Gerente Executiva de Cibersegurança da RD Saúde, Carlos Alberto Silva, PM do Itaú, Lucas Correia, Gerente de Cibersegurança da Gol, Cleber Ferreira, CISO da Klabin e Julio Concilio, Líder Global de Segurança da Informação na Braskem, subiram ao palco do Teatro para dar seu depoimento.

Um ponto consensual na conversa é sobre a constante atualização na área. Os especialistas disseram que é preciso procurar as novidades na área, estudar, buscar informação, pedir ajuda e entrar em grupos sobre o assunto. É preciso conhecer o ambiente, conhecer o negócio – ponto principal –. Para que a cibersegurança seja eficiente é necessário conhecer onde se está, o que a empresa faz, o que produz. É preciso entender o setor financeiro e conhecer o orçamento para que a cibersegurança não seja mais vista como um gasto, e sim como um investimento. Ter contato com o diretor financeiro e o responsável pelo setor de riscos é fundamental para garantir a segurança da empresa e a viabilidade da operação.

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– Bruno Faria

Quando acontece um incidente o impacto psicológico é extremamente pesado, principalmente para quem está na linha de frente, mas também cria um impacto psicológico em toda a estrutura. Os líderes de segurança dizem que é preciso ter preparação, fazer exercícios e simulações de ataques. Quando acontecer um ataque, pois é já não é mais questão de se, e sim de quando, é fundamental estar preparado.