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O novo data center da Alog, que será inaugurado em junho, em Del Castilho, no Rio de Janeiro, terá capacidade de cerca 1.170 racks e deverá atender uma nova demanda vinda de multinacionais oriundas dos mercados financeiros, rede, conteúdo digital e oléo&gás. Em entrevista ao DatacenterDynamics, o diretor de infraestrutura da empresa, Peter Catta Preta, detalhou o projeto e afirmou que os focos da instalação são colocation e espaço para data center containers. O investimento previsto é de R$ 140 milhões.
 
 
“O principal objetivo da Alog é atender, não apenas o Rio de Janeiro, como, também, as regiões de Minas Gerais e do Nordeste. A oferta-foco está relacionada aos projetos modulares de colocation e o espaço destinado à hospedagem de data center container, mas a empresa também oferece serviços de hosting, cloud computing e conta com equipes especializadas no gerenciamento de ambientes para que os clientes não se preocupem com este tipo de mão de obra”, explicou.
 
A primeira fase do data center de Del Castilho terá 320 racks entregues março. A empresa ainda possui outros três data centers em: Botafogo (RJ), São Paulo e Tamboré. Segundo a empresa, os três somados ocupam cerca de 16 mil m² de área construída, 4.400 m² de piso elevado e capacidade total para 56 mil servidores.
 
A nova unidade da Alog se interliga às demais instalações da empresa (são quatro data centers) com conexões e links ponto a ponto entre si. “A conectividade com a internet e com RJ1 será provida por um anel de fibra-escura 100% redundante com dupla-abordagem, que é iluminada por quatro sistemas DWDM redundantes e independentes. Haverá, ainda, dupla abordagem física para acesso externo às salas redundantes de Operadoras de Telecom e conexão direta com carriers presentes no data center”, explicou.
 
Certificações
 
A empresa seguirá os padrões da Equinix, como as orientações do ITIL, e terá certificações importantes como TIER III, selos SSAE16 tipo II e ISAE3402 tipo II. O sistema de gestão terá o ISO 9001:2008. Nas questões ambientais, a empresa adotará os mesmos princípios da unidade em Tamboré, dando prioridade ao controle do consumo de água e de poluição e usará materiais ecológicos.
 
“Os equipamentos instalados utilizarão o mínimo de recursos naturais e reduzirão, ao máximo, a emissão de CO² na atmosfera. Com todas essas práticas, a empresa espera reduzir em, pelo menos, 70% o consumo de água e 10% no de energia”, afirma Peter Catta Preta.