O Ministério da Saúde implementou, na última semana, a solução Oracle Healthcare Master Person Index, que opera com os sistemas projetados Oracle. A iniciativa, em âmbito nacional, visa aprimorar a qualidade do atendimento e reduzir custos. 
 
A Oracle destaca que este é o maior banco de dados de Enterprise Master Person Index (EMPI) implementado no mundo, com mais de 300 milhões de registros, atendendo mais de 200 milhões de indivíduos no Brasil.
 
A fim de criar um sistema de registro eletrônico de saúde nacional e de trocas de informações sobre saúde para atender a população, o Ministério da Saúde deve, em primeiro lugar, assegurar a interoperabilidade desses dados. Para isso, a instituição criou um EMPI baseado nos padrões internacionais, altamente escalável, usando o Oracle Healthcare Master Person Index rodando em Oracle Exadata Database Machine e em Oracle Exalogic Elastic Cloud.
 
O Oracle Healthcare Master Person Index permite que o Ministério da Saúde tenha precisão e rapidez na combinação e deduplicação dos dados durante a busca de registros pessoais. A Oracle detalha que neste processo, os dados apresentam desafios significativos de gestão, já que muitas vezes compreendem mais de três componentes e não há um método uniforme para a utilização de um sobrenome, por exemplo. Para agilizar, o Ministério da Saúde conta com a solução Oracle para filtrar os detalhes, com funções de interoperabilidade baseadas em padrões internacionais da indústria.
 
A solução da Oracle ajuda a reduzir o custo de propriedade e acelera o tempo de valor utilizando os perfis da Integrating the Healthcare Enterprise (IHE), acessando sistemas de TI distintos dentro e fora do Ministério da Saúde, com infraestrutura de dados sem integrações personalizadas, complicadas e dispendiosas.
 
"O Oracle Healthcare Master Person Index nos permitiu criar uma base robusta e escalável necessária para reunir dados precisos e deduplicar os números de cartões nacionais de saúde", destaca Moacyr Esteves Perche, coordenador de projetos do DATASUS, do Ministério da Saúde. "A solução é especialmente adequada para a nossa enorme escala e requisitos únicos e complexos de MPI. A solução trouxe resultados tangíveis com a identificação de registros duplicados existentes. Em funcionamento desde fevereiro, preveniu a emissão de mais de meio milhão de duplicatas do Cartão Nacional de Saúde já no primeiro mês de operação ", conclui.