Os centros de dados ecológicos ganharam relevância especial na atualidade, devido, em grande parte, aos crescentes custos energéticos, a maior demanda por eletricidade, as preocupações ambientais e a pressão econômica.
Por isso, como reconhece um informe da consultoria Pike Research, o mercado global de data centers verdes crescerá a um ritmo anual de quase 28%, partindo de 17,1 bilhões em 2012, até 45,4 bilhões em 2016.
“Não há uma única tecnologia ou modelo de design que faça um centro de dados verde”, explica Eric Woods, diretor de pesquisa da companhia. “De fato, o data center ecológico está unido a uma transformação mais ampla, com inovação tenológica, melhoras operacionais, novos princípios de design, mudanças na relação entre negócio e TI e na cadeia de abastecimento do centro de dados”, complementa.
Mais uma vez, a virtualização e o cloud computing são as tendências que, segundo a consultoria, estão dando forma aos data centers atuais. Para Woods, a virtualização é o modo de ganhar eficiÊncia energética em um centro de dados. Ainda que para reduzir a conta de luz é necessário combinar essa tecnologia com a optmização de outros componentes da infraestrutura do CPD, que permitam ambientes de computação mais eficientes.
A computação em nuvem é também uma aliado para a eficiência, ainda que faltem métricas para medir seu impacto no ambiente.