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A crescente pressão sobre as operações de TI dos datacenters é uma complexidade em expansão levada pelo aumento das aplicações críticas para o negócio. Essa combinação tem como resultado mais tempo de downtime.

Foi o que afirmou 65% dos consultados em uma pesquisa global que ouviu mais de 2,4 mil profissionais de TI, que também falaram que tendências como a computação móvel (citada por 44%), a virtualização de servidores (43%) e a nuvem pública (41%) também estão levando a uma complexidade maior.

A pesquisa afirmou que organizações típicas experienciaram uma média de 16 interrupções em seus centros de dados nos últimos 12 meses, a um custo total de US$ 5,1 milhões. A causa mais comum foi falha nos sistemas, seguida por erro humano, e desastres naturais.

Outros impactos incluem uma agilidade reduzida (como indica 39% dos entrevistados); maior tempo de espera para a migração do armazenamento (39%) e oferta de armazenamento (38%); maior tempo para encontrar informação (37%), brechas na segurança (35%), dados perdidos ou localizados erroneamente (35%); tempo de inatividade (35%) e incidentes de preenchimento (34%). A Symantec afirmou que 79% das organizações informam de uma crescente complexidade nos datacenters.

Para fazer frente a esta complexidade crescente, uma das alternativas chave é a implementação de uma estratégia de governo da informação.

Os entrevistados estimaram a complexidade em todas as áreas de forma bastante uniforme, com a segurança em primeiro na lista. O nível médio de complexidade para companhias de todo o mundo foi de 6,7 (em uma escala que vai até 10). Em média, as organizações das Américas calculam uma complexidade ainda maior, em 7,8, e na Ásia-Pacífico e Japão ficou em 6,2.

“A medida que os negócios de hoje geram mais informação e introduzem novas tecnologias nos datacenters, estas mudanças podem atuar como uma vela que capta o vento e acelera o cresciemento, ou uma âncora que mantém as organizações paradas”, agirma Brian Dye, vice-presidente de Information Intelligence Group da Symantec.

“A diferença é a decisão das organizações, que podem responder aos desafios implementando controles como padronização ou estabelecendo uma estratégia de controle da informação para evitar que se converta em uma peso”, completa.

As organizações têm diversos objetivos com respeito ao controle de informação, incluindo segurança melhorada (considerada importante por 75%), facilidade de encontrar a informação correta de maneira oportuna (70%), custos reduzidos de gestão da informação (69%), armazenamento (68%), riscos legais e de satisfação reduzidos (65 e 64%) e mudança para a nuvem (59%).

Recomendações

Entre as recomendações oferecidas pela Symantec para mitigar os efeitos da complexidade do datacenter, estão:

Estabelecer uma propriedade de controle da informação ao nível de gestão. Começar com projetos de alto ROIcomo prevenção de perda de dados, arquivado e eDiscovery para preservar a informação crítica, encontrando o que necessita e eliminando o resto.

Conseguir visibilidade além das plataformas. Entender os serviços de negócio que a TI está proporcionando para reduzir o tempo de inatividade e erros de comunicação.

Compreender que ativos de TI tem, como estão sendo consumidos e por quem. Isto ajudará a reduzir custos e riscos. A organização não comprará servidores e armazenamento que não precisa, equipes podem apresentar uma justificação para o que eles usam, e a companhia estará segura de que não está ficando sem capacidade.