O Itaú Unibanco planeja investimento bilionário na construção de um novo centro tecnológico por conta do aumento da demanda por serviços financeiros e crescimento do uso de novas tecnologias para movimentação bancária.
A instituição financeira anunciou nesta sexta-feira (27) a construção de um centro de dados em Mogi Mirim (151 km de SP). O investimento só na primeira parte da obra é de R$ 800 milhões.
Os gastos anunciados são apenas para aquisição de terrenos e construção de imóveis, sem contar com equipamentos. O novo datacenter do Itaú será construído em três fases.
Segundo o vice-presidente de Controle e Apoio Operacional da empresa, Marcos Lisboa, será suficiente para acompanhar a demanda de crescimento das operações financeiras.
A primeira fase tem previsão de entrega em 2014. Serão dois edifícios que abrigarão centros de processamento de dados --um deles opera como backup do outro, por segurança. Ao fim do projeto, em 2035, o local terá um total de seis datacenters.
Atualmente, o Itaú mantém em São Paulo o seu datacenter. De acordo com o vice-presidente de Tecnologia do Itaú Unibanco, Alexandre de Barros, a unidade da capital será mantida para contingência e atendimento a atividades já existentes.
Haverá uma redução de 40% no consumo de energia na unidade do interior em relação ao datacenter da capital. O datacenter de São Paulo tem hoje 6.000 servidores e, no novo centro de processamento, serão cerca de 100. Isso será possível, segundo Barros, em razão do uso de novas tecnologias, como "cloud computing".
Além de atender às necessidades de 4.000 agências e 30 mil caixas eletrônicos do grupo, o novo centro vai apoiar o crescimento do uso de novas tecnologias, como acesso ao banco por internet e smartphones.
Também no interior de São Paulo, em Campinas (93 km de SP), o banco Santander já constrói um polo de tecnologia, pesquisa e processamento que vai custar R$ 450 milhões também apenas em sua fase inicial.
A instituição financeira anunciou nesta sexta-feira (27) a construção de um centro de dados em Mogi Mirim (151 km de SP). O investimento só na primeira parte da obra é de R$ 800 milhões.
Os gastos anunciados são apenas para aquisição de terrenos e construção de imóveis, sem contar com equipamentos. O novo datacenter do Itaú será construído em três fases.
Segundo o vice-presidente de Controle e Apoio Operacional da empresa, Marcos Lisboa, será suficiente para acompanhar a demanda de crescimento das operações financeiras.
A primeira fase tem previsão de entrega em 2014. Serão dois edifícios que abrigarão centros de processamento de dados --um deles opera como backup do outro, por segurança. Ao fim do projeto, em 2035, o local terá um total de seis datacenters.
Atualmente, o Itaú mantém em São Paulo o seu datacenter. De acordo com o vice-presidente de Tecnologia do Itaú Unibanco, Alexandre de Barros, a unidade da capital será mantida para contingência e atendimento a atividades já existentes.
Haverá uma redução de 40% no consumo de energia na unidade do interior em relação ao datacenter da capital. O datacenter de São Paulo tem hoje 6.000 servidores e, no novo centro de processamento, serão cerca de 100. Isso será possível, segundo Barros, em razão do uso de novas tecnologias, como "cloud computing".
Além de atender às necessidades de 4.000 agências e 30 mil caixas eletrônicos do grupo, o novo centro vai apoiar o crescimento do uso de novas tecnologias, como acesso ao banco por internet e smartphones.
Também no interior de São Paulo, em Campinas (93 km de SP), o banco Santander já constrói um polo de tecnologia, pesquisa e processamento que vai custar R$ 450 milhões também apenas em sua fase inicial.