Deb, a primeira inteligência artificial antirracista, desenvolvida pelo Instituto Identidades do Brasil para facilitar diálogos sobre diversidade, inclusão e igualdade racial, será o centro de uma pesquisa acadêmica inédita, promovida pela Colorado State University em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC). A iniciativa, liderada pela pesquisadora norte-americana e especialista em comportamento organizacional, Dra. Tiffany Trzebiatowski, tem como objetivo avaliar, na prática, o impacto da tecnologia no engajamento corporativo com temas de equidade e mudança de comportamento.
A Dra. Tiffany esteve no Brasil para conduzir uma série de estudos de campo e workshops presenciais, com foco na aplicação da DEB como ferramenta de transformação cultural. A pesquisa, conduzida a partir de uma vivência real com lideranças brasileiras, compara sua eficácia com abordagens tradicionais de diversidade e inclusão, buscando entender como soluções baseadas em IA podem acelerar mudanças reais no ambiente corporativo. A experiência funcionou como laboratório vivo da pesquisa: um espaço de escuta, experimentação e aprendizado colaborativo.
"Ao levar essa pesquisa para o campo, com executivos atuando como participantes ativos da experiência, conseguimos gerar dados reais e insights profundos sobre como a IA pode apoiar líderes para trazer mudanças práticas em temas muito relevantes como raça e desigualdade racial. O caso da DEB é especialmente potente porque une tecnologia, propósito e impacto social", afirma a Dra. Tiffany Trzebiatowski.
Como parte desse movimento, a FDC realizou um workshop exclusivo no Brasil voltado para líderes empresariais que desejam explorar, de forma prática, como a inteligência artificial pode apoiar a gestão, impulsionar a inovação e transformar a cultura das organizações. Durante a experiência, os participantes tiveram uma experiência prática de aplicabilidade da Deb e fizeram parte de uma vivência colaborativa que une tecnologia, pesquisa internacional e impacto social.
A proposta foi oferecer um espaço de aprendizado imersivo, troca de insights entre executivos e contribuição direta para o avanço de uma nova geração de ferramentas tecnológicas com propósito. A participação no workshop também integra o estudo conduzido pela pesquisadora, tornando líderes coautores de uma investigação que pode redefinir a forma como empresas dialogam com temas urgentes da sociedade contemporânea.
"A DEB nasceu do desejo de tornar os diálogos sobre diversidade e inclusão mais acessíveis, empáticos e eficazes. Ver essa ferramenta sendo estudada por instituições como a Colorado State University e a FDC é a prova de que inovação com propósito tem espaço no mundo corporativo", Completa Luana Génot, CEO e Fundadora do ID_BR. A pesquisa conta com a participação de mais de 200 executivos para compreender o potencial transformador da IA no cotidiano das organizações, e como soluções tecnológicas com propósito podem acelerar o compromisso das empresas com a equidade e a inovação. E indica que, ao interagir com a DEB, profissionais aprendem mais, sentem-se menos defensivos, menos ameaçados, reprimem menos suas emoções e relatam maior segurança psicológica, o que diferencia a ferramenta de outras práticas tradicionais de diversidade, equidade e inclusão no ambiente corporativo.
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