A Hudson Fiber Network, empresa norte-americana de redes finalizou a construção de uma conexão submarina entre datacenters em New Jersey e São Paulo. A conexão servirá para investidores americanos e europeus acessarem dados da BM&F Bovespa com mais velocidade.
Com previsão de início de funcionamento marcada para setembro, a conexão ligará o datacenter da Nasdaq (a Bolsa eletrônica dos EUA) com a Bovespa com um atraso de apenas 105, 4 milissegundos.
O cabo usado pela HFN é o mesmo da GlobeNet Brasil Telecom, mas usa caminhos alternativos para minimizar “soluços” na conexão. Isso inclui “contornar” o datacenter na Oitava Avenida em Nova York – caminho usado pela maioria das redes – e fazer um caminho mais direto entre a Bolsa americana e a Bovespa, explica Brett Diamond, presidente da HFN.
De acordo com a HFN, a empresa promete uma conexão de banda com velocidade de até 10 Gigabits por segundo, enquanto a maioria dos clientes tem pedido conexões de 100 Megabits por segundo ou menos, diz Diamond. Os clientes podem usar as suas conexões atuais para se ligar à rede da HFN e assim utilizar esse caminho mais rápido entre a Bovespa e a Nasdaq.
Esta é a primeira conexão construída pela HFN na América Latina. A principal demanda é atender às corretoras americanas e européias interessadas na Bovespa. No entanto, a HFN deve explorar outras demandas no continente nesse segmento, como as Bolsas argentina e peruana, mas essas conexões serão baseadas on-demand, finaliza Diamond.
Com previsão de início de funcionamento marcada para setembro, a conexão ligará o datacenter da Nasdaq (a Bolsa eletrônica dos EUA) com a Bovespa com um atraso de apenas 105, 4 milissegundos.
O cabo usado pela HFN é o mesmo da GlobeNet Brasil Telecom, mas usa caminhos alternativos para minimizar “soluços” na conexão. Isso inclui “contornar” o datacenter na Oitava Avenida em Nova York – caminho usado pela maioria das redes – e fazer um caminho mais direto entre a Bolsa americana e a Bovespa, explica Brett Diamond, presidente da HFN.
De acordo com a HFN, a empresa promete uma conexão de banda com velocidade de até 10 Gigabits por segundo, enquanto a maioria dos clientes tem pedido conexões de 100 Megabits por segundo ou menos, diz Diamond. Os clientes podem usar as suas conexões atuais para se ligar à rede da HFN e assim utilizar esse caminho mais rápido entre a Bovespa e a Nasdaq.
Esta é a primeira conexão construída pela HFN na América Latina. A principal demanda é atender às corretoras americanas e européias interessadas na Bovespa. No entanto, a HFN deve explorar outras demandas no continente nesse segmento, como as Bolsas argentina e peruana, mas essas conexões serão baseadas on-demand, finaliza Diamond.