O Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo, acaba de receber um novo certificado Furukawa como responsável pelo primeiro projeto envolvendo a implantação da solução GigaLan MAX Green, lançada em março pela empresa. Com foco na sustentabilidade e preservação do meio ambiente, a solução inclui o primeiro cabo LSZH (Low Smoke Zero Halogen) para redes LAN do mundo a utilizar revestimento em polietileno verde (plástico produzido a partir do etanol, extraído da cana-de-açúcar), totalmente reciclável.
 
“Trata-se de uma solução totalmente aderente ao nosso programa de Inovação e Sustentabilidade”, afirma Cesar Lisboa, supervisor de Infraestrutura e Operações de TI do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
 
Na nova unidade do Hospital, localizada na Rua Vergueiro (região central da capital paulista), onde a solução GigaLan MAX Green foi instalada, foram removidos, no total, 1.160 quilos de cabeamento antigo. O material teve descarte adequado por intermédio do Programa Green IT da Furukawa - criado em 2007 com o objetivo de propiciar a reciclagem e tratamento de materiais não-renováveis usados no cabeamento estruturado.
 
Entre as vantagens dessa solução, o supervisor destaca a flexibilidade e as dimensões reduzidas em relação a produtos similares - o que propicia economia de espaço nos dutos. “Como a estrutura física de um dos prédios da unidade possui arquitetura dos anos 40, o espaço para passagem de cabos era limitado. Por isso, a flexibilidade do cabo GigaLan MAX Green facilitou muito a instalação da nova infraestrutura, além de contribuir para a redução da ocupação nos dutos e o peso total do cabeamento instalado”, explica.
 
Segundo Carlos Gurgel, presidente da DMI - integradora parceira da Furukawa responsável pelo projeto -, em 113 km de cabos instalados nessa nova unidade hospitalar, a redução de peso chegou a 569 quilos.
 
Cesar Lisboa ressalta ainda outra vantagem importante da nova solução da Furukawa: o fato de ser antichamas e não emitir fumaça tóxica, em uma eventual combustão. “Essas características são fundamentais em um ambiente hospitalar”, conclui.