Conteúdo Arquivado

O conteúdo a seguir é de uma versão mais antiga deste site e pode não ser exibido corretamente.
Como a venda da empresa para a Telefônica ainda não foi concluída, a GVT permanece com planos independentes. "A gente não tem nenhuma ligação com a Telefônica (ainda), não é assunto da operação, a gente tem planos de evoluir na cadeia de valor de data center, mas tudo ao seu tempo", afirma o vice-presidente de marketing e qualidade da GVT, Ricardo Sanfelice. 
 
"Nossos planos de investimento permanecem inalterados, temos perspectiva de expansão tanto no varejo quanto na corporativa", garante. Segundo o executivo, o mercado empresarial representa 20% da receita total nacional da GVT. Dessa fatia, 40% são para grandes empresas e 60% para pequenas e médias. "Quando olhamos para a importância da cidade e do Estado de São Paulo, 40% de todo o faturamento da GVT (de corporativo) é do Estado". 
 
De acordo com o Portal Teletime, a GVT tem cobertura empresarial na cidade inteira, embora nem tudo com infraestrutura própria, já que a empresa aluga rede de terceiros. Sanfelice não soube precisar a proporção, mas afirmou que o uso de infraestrutura terceirizada "vem caindo ao longo tempo". Outro ponto é que é possível fornecer serviços a clientes que utilizem ambas as redes, dependendo da demanda e da distribuição geográfica.
 
Com atuação residencial desde 2004, a GVT utiliza o mesmo backbone para esse varejo, onde atua em bairros como Pinheiros, Santana e Tatuapé. "A grande diferença é que o mercado corporativo a gente atende quase que completamente com fibra." Para atender ao consumidor final, a operadora leva a fibra até o armário, distribuindo na última milha com cobre para dar mais capilaridade.
 
Operadoras
 
A grande oferta da GVT para o cliente empresarial é o link corporativo, que pode ser usado para acesso à Internet ou para conexões em redes metropolitanas. O acesso tem capacidade de até 10 Gbps, que é utilizado para grandes corporações e até provedores de Internet (ISPs) que o alugam. Esses ISPs podem usar também o data center da empresa, hospedado em Guarulhos (a companhia ainda tem outros data centers em Curitiba e no Rio de Janeiro).
 
"Normalmente, as operadoras precisam do data center para hospedar servidores, então a gente oferta também para elas, fazendo quase carrier de carrier, mas também para empresas, sites de e-commerce, porque tem muita gente procurando para fazer backup site, a aí a localização é interessante, ajuda", diz, explicando que as instalações ficam longe do centro paulistano e, por isso, oferecem mais segurança em caso de desastres naturais.
No segmento para empresas, a GVT oferece serviços "básicos" de data center, e planeja aumentar a oferta para além das soluções de parceiros, como nuvem e virtualização de rede.