O Google, como parte do seu Relatório Ambiental de 2023, anunciou hoje que sua cloud region de São Paulo opera com pontuação Carbon-free Energy (CFE) de 89%, ou seja, os clientes do Google Cloud rodam suas cargas de trabalho na região de São Paulo com energia livre de carbono durante quase 90% das horas do dia, em média. A pontuação CFE ajuda os clientes do Google Cloud em todo o mundo a escolher as regiões que trazem menos impactos ambientais para rodar suas cargas de trabalho na nuvem do Google e, para estar apta a ser uma alternativa de baixo carbono aos clientes, a cloud region deve apresentar uma pontuação CFE acima de 75%.

“As empresas estão migrando para a nuvem e esperam que a infraestrutura sustentável alimente seus negócios. Nosso papel é ajudar os clientes a atingir suas ambiciosas metas de sustentabilidade e, neste sentido, alcançar uma pontuação CFE de 89% na nossa cloud region de São Paulo é motivo de muito orgulho para nós, pois mostra que estamos no caminho certo.”, destaca Marco Bravo, head do Google Cloud no Brasil.

Outros destaques do relatório

O relatório deste ano trouxe ainda uma série de conquistas e compromissos do Google no uso de energia que contribuem com a meta global definida pela empresa de administrar seus negócios com energia livre de carbono em todos os lugares, em todos os momentos, até 2030. Por meio de mais de US$ 4 bilhões comprometidos em quase 20 acordos assinados em 2022, o Google irá adicionar cerca de 2,8 GW de capacidade de energia limpa à sua rede até 2026. A empresa também igualou 100% do consumo anual de eletricidade de suas operações globais com compras de energia renovável pelo sexto ano consecutivo. Além disso, 07 das 41 regiões onde o Google tem operações de data center atingiram CFE de pelo menos 90% e treze atingiram pontuação de pelo menos 85%.

De 2010 a 2022, o Google assinou mais de 80 contratos totalizando aproximadamente 10 gigawatts de capacidade de energia limpa – o equivalente a mais de 31 milhões de painéis solares. Com esses acordos, a empresa comprometeu aproximadamente US$ 10 bilhões para comprar energia limpa até 2040. Já de 2011 a 2022, os termostatos Nest ajudaram a economizar cumulativamente mais de 113 bilhões de kWh de energia, o equivalente a 1 milhão de veículos elétricos dando 15 voltas ao redor da Terra cada um. No mesmo período, o Google diminuiu a intensidade de emissão de carbono por unidade de receita em 76%.

Como a nuvem do Google ajuda as empresas brasileiras a reduzir o impacto ambiental

No Brasil, um caso de destaque relativo aos benefícios ambientais ao usar a nuvem do Google envolve a Movida, que desde 2022 conta com o Google Cloud como seu principal parceiro na jornada de nuvem para acelerar a transformação digital e atingir os seus objetivos de sustentabilidade. No primeiro ano de parceria, a empresa de aluguel de carros já deixou de emitir 610 mT (toneladas métricas) de CO2 em infraestrutura tecnológica, o que equivale ao uso de energia por 5.062 casas. Outro exemplo é o grupo LATAM, que concluiu o processo de migração tecnológica de seus quatro data centers no Brasil e no Chile para o Google Cloud, passando de uma infraestrutura física a uma arquitetura tecnológica 100% baseada na nuvem. Assim que migrou para a nuvem do Google, a companhia aérea deixou de emitir 3,4 mil toneladas de dióxido de carbono de sua infraestrutura de TI.

Para ter acesso ao Relatório Ambiental 2023 do Google, clique aqui.