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A Furukawa anuncia uma nova etapa de investimentos no país. Desta vez serão US$ 18 milhões, até meados de 2014, para a construção de uma nova unidade produtiva em Sorocaba (SP). A intenção é aumentar a capacidade de fabricação de fibras ópticas para cerca de 2,3 milhões de km de fibras/ano, volume que representa 40% da demanda brasileira de cabos ópticos. 
 
“A demanda por cabos ópticos no mercado brasileiro está saindo dos 4 milhões para 5,5 a 5,8 milhões de km de fibras ópticas/ano. Esse crescimento é justificado pela recuperação do mercado, que será sustentado pelo aumento da Banda Larga, seja por acesso fixo (FTTx / HFC) ou móvel, com as Redes 3-4G (LTE). Com este novo investimento a Furukawa estará preparada para atender a essa demanda e contribuir, no curto prazo, com o plano governamental de universalização do acesso óptico, com destaque ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL)”, disse o Presidente da Furukawa Brasil e Vice-Presidente global do Grupo Furukawa, Foad Shaikhzadeh. 
 
O investimento para construção da nova fábrica no interior paulista já obteve a aprovação final do Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, autarquia vinculada ao Ministério da Justiça. “Importante destacar que a produção das fibras atenderá a todos os critérios e requisitos previstos pela Portaria Interministerial do Processo Produtivo Básico (PPB) das fibras ópticas”, observa Foad. 
Segundo o executivo, a decisão da Furukawa de investir no aumento da capacidade produtiva de fibras ópticas no Brasil está em consonância com a atual política industrial do Governo, voltada para o incentivo à pesquisa, desenvolvimento e inovação no país e produção local. 
 
“O Grupo Furukawa aposta na perenidade da legislação brasileira, que estimula o desenvolvimento de produtos inovadores no país, gerando novos empregos e valor agregado à indústria nacional. Aumentarmos nossa capacidade de produção de fibra óptica no Brasil vai muito além da instalação de novas máquinas e equipamentos. O país requer desenvolvimento local, capacitação de técnicos e engenheiros brasileiros e adequação dos laboratórios de testes/certificação. Queremos fazer do Brasil uma base tecnológica para toda a América Latina”, declara Foad Shaikhzadeh.