“Os ambientes e os equipamentos estão cada vez mais conectados e daqui para frente este recurso será uma exigência das instituições de saúde. A Fanem já vem preocupando-se com a tecnologia de interconectividade desde 2006, quando embarcou em câmaras de conservação um software próprio denominado Softchamber”, conta Djalma Luis Rodrigues, diretor executivo da empresa.
De acordo com a empresa, que fabrica produtos nas áreas de neonatologia e de laboratórios, os investimentos mundiais em aplicações de Internet das Coisas, na área de saúde devem crescer $158.1 bilhões, nos próximos cinco anos. Importante ressaltar que, mais do que um volume de recursos, essa perspectiva representa uma grande transformação que impactará na qualidade de vida das pessoas. Processos clínicos e a própria gestão das instituições de saúde serão muito facilitadas com a adoção da Internet das Coisas em diversas áreas e dispositivos. A combinação de atendimento ao paciente com a tecnologia é crescente e oferece uma oportunidade de monitorar e melhorar os resultados dos tratamentos aos pacientes. Os sensores e conexões, tanto para análise como diagnóstico, não só reduzem os riscos e as incertezas, como também ajudam a estruturar programas de saúde mais eficazes.
Atualmente, a plataforma MultiConnect FANEM, além de permitir a conectividade local com o SoftChamber 3.0, também disponibiliza a informação na nuvem. Essa tecnologia dispõe de avançados protocolos de comunicação. Empregando Bluetooth, Wi-Fi ou Ethernet, é possível conectar o dispositivo FANEM à rede de computadores, e então ter seus dados armazenados e visualizados pelo software ou a distância.
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