É lançada uma proposta para a melhoria da defesa cibernética e antecipação de ações para o caso de ataque cibernético aos países da União Europeia (UE).

Trata-se da Lei de Solidariedade Cibernética que surgiu em março de 2022, após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia e as inúmeras ameaças cibernéticas. Este projeto tem o investimento de 1,1 bilhão€ e contempla tanto a esfera pública quanto a privada para combater as ameaças cibernéticas.

Empresas de todo o mundo são afetadas por ataques cibernéticos, os quais enfraquecem as marcas e causam prejuízos inestimáveis com a aplicação de ransomware e vazamento de dados.

“Com digitalização das informações, os dados dos usuários estão sendo guardados em ambientes de nuvem (cloud), o que torna mais atrativo para os cibercriminosos a tentativa de ataque para capturar essas informações valiosíssimas”, afirma Waldo Gomes, Diretor da NetSafe Corp.

Sobre a situação da Ucrânia, especialistas ainda preveem ameaças digitais na busca dos representantes por status e poder. “Aconteça o que acontecer com a guerra na Ucrânia, prevê-se um aumento contínuo na atividade cibernética, pois os Estados-Nação continuarão causando problemas digitais uns aos outros em meio à luta constante por poder e status no cenário mundial. Como parte disso, as cadeias de suprimentos estão sendo alvo de invasores que desejam acessar as redes de várias organizações dentro delas. Os fornecedores precisam garantir que estão executando boas práticas de higiene cibernética, que incluem um forte plano de resposta instantânea, autenticação multifatorial e bom gerenciamento de ativos”, explica Zac Warren, Conselheiro-Chefe de Segurança EMEA da Tanium.