Uma tecnologia inédita deve levar banda larga via satélite com velocidade de fibra óptica aos recantos mais remotos do Amazonas no início de 2013. O projeto é da norte-americana O3b Networks e da firma brasileira Ozônio. A O3b levantou um investimento de US$ 1,2 bilhão de empresas como Google e bancos internacionais.
Os oito satélites não geoestacionários para o Amazonas estão sendo construídos e devem ficar prontos até o fim do ano que vem. Os satélites também podem levar telefonia móvel à Amazônia, embora a prioridade seja a internet, diz Steve Collar, diretor da O3b.
A tecnologia usada em diversos países pela O3b tem o diferencial de colocar sua constelação de satélites a cerca de 8 mil quilômetros da terra, enquanto os satélites geoestacionários tradicionais estão em órbita a uma distância de 35 mil quilômetros da superfície. Essa proximidade aumenta a força do sinal, diminuindo o risco de interferência.
Segundo o diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra, o licenciamento inicial em andamento para empresas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) é para a cobertura do Amazonas com o sistema. De acordo com Coimbra, a nova tecnologia permitirá acessar a internet com velocidades entre 1 e 10 Mb por segundo.
“Depois dos satélites prontos, a implantação é rápida e fácil. Vai trazer não só internet rápida, mas também mais barata à maioria da população sem acesso à rede mundial na Amazônia”, destaca o diretor geral da Ozônio, Yoram Yaeli.
Os oito satélites não geoestacionários para o Amazonas estão sendo construídos e devem ficar prontos até o fim do ano que vem. Os satélites também podem levar telefonia móvel à Amazônia, embora a prioridade seja a internet, diz Steve Collar, diretor da O3b.
A tecnologia usada em diversos países pela O3b tem o diferencial de colocar sua constelação de satélites a cerca de 8 mil quilômetros da terra, enquanto os satélites geoestacionários tradicionais estão em órbita a uma distância de 35 mil quilômetros da superfície. Essa proximidade aumenta a força do sinal, diminuindo o risco de interferência.
Segundo o diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra, o licenciamento inicial em andamento para empresas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) é para a cobertura do Amazonas com o sistema. De acordo com Coimbra, a nova tecnologia permitirá acessar a internet com velocidades entre 1 e 10 Mb por segundo.
“Depois dos satélites prontos, a implantação é rápida e fácil. Vai trazer não só internet rápida, mas também mais barata à maioria da população sem acesso à rede mundial na Amazônia”, destaca o diretor geral da Ozônio, Yoram Yaeli.