A EMC lançou a pedra fundamental do centro de pesquisas e desenvolvimento que irá construir no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, na capital fluminense. O diretor executivo do parque, Maurício Guedes, comemorou a chegada da EMC.
Guedes disse que a companhia americana irá montar um centro de pesquisas para grandes dados (big data). “São tecnologias para você poder armazenar e processar grandes volumes de informações. Isso tem importância em muitas áreas, como meteorologia, genética, geologia e, até mesmo, em entretenimento, que tem que armazenar imagens e sons. Isso gera grandes volumes de dados”.
Patrícia Florissi, vice-presidente da EMC e diretora de Tecnologia para as Américas, explicou que a principal atividade do centro serão a pesquisa e o desenvolvimento aplicados nas áreas de big data e óleo e gás. A EMC vai investir nos próximos cinco anos R$ 100 milhões em projetos em todo o Brasil. O centro deve ficar pronto em dois anos. A executiva informou que 50 pessoas deverão trabalhar na nova unidade de pesquisas nos próximos quatro anos, sendo 35 pesquisadores, todos brasileiros.
O centro de pesquisas brasileiro da EMC no Fundão funcionará como uma central de distribuição de soluções tecnológicas, inclusive para outros países. “Toda pesquisa desenvolvida aqui terá aplicação internacional”, disse Patrícia. De acordo com Guedes, “o plano é ambicioso”. Segundo ele, só as dez grandes empresas investirão mais de R$ 500 milhões no parque.
“A gente vai ter aqui uma máquina de transformação de conhecimento em riqueza que terá uma grande importância para a economia local e grande visibilidade em nível internacional. Eu acho que, para o Brasil, esse tipo de iniciativa poderá atrair mais interesse e mais investimentos estrangeiros de empresas intensivas em tecnologia”, disse o diretor executivo.
(com informações da Agência Brasil)
Guedes disse que a companhia americana irá montar um centro de pesquisas para grandes dados (big data). “São tecnologias para você poder armazenar e processar grandes volumes de informações. Isso tem importância em muitas áreas, como meteorologia, genética, geologia e, até mesmo, em entretenimento, que tem que armazenar imagens e sons. Isso gera grandes volumes de dados”.
Patrícia Florissi, vice-presidente da EMC e diretora de Tecnologia para as Américas, explicou que a principal atividade do centro serão a pesquisa e o desenvolvimento aplicados nas áreas de big data e óleo e gás. A EMC vai investir nos próximos cinco anos R$ 100 milhões em projetos em todo o Brasil. O centro deve ficar pronto em dois anos. A executiva informou que 50 pessoas deverão trabalhar na nova unidade de pesquisas nos próximos quatro anos, sendo 35 pesquisadores, todos brasileiros.
O centro de pesquisas brasileiro da EMC no Fundão funcionará como uma central de distribuição de soluções tecnológicas, inclusive para outros países. “Toda pesquisa desenvolvida aqui terá aplicação internacional”, disse Patrícia. De acordo com Guedes, “o plano é ambicioso”. Segundo ele, só as dez grandes empresas investirão mais de R$ 500 milhões no parque.
“A gente vai ter aqui uma máquina de transformação de conhecimento em riqueza que terá uma grande importância para a economia local e grande visibilidade em nível internacional. Eu acho que, para o Brasil, esse tipo de iniciativa poderá atrair mais interesse e mais investimentos estrangeiros de empresas intensivas em tecnologia”, disse o diretor executivo.
(com informações da Agência Brasil)