O governo brasileiro criou o Plano Nacional de Banda Larga e resolveu reestruturar a Telebrás. Esse não foi o único reflexo do decreto 7175/2010, assinado pela presidenta Dilma Rousseff. De acordo com estudo feito pela estatal, só a divulgação do decreto de criação do PNBL baixou os preços do mercado em 30%.
Assinado por Lilian Bender Portugal, diretora comercial da Telebrás, o estudo teve como objetivo identificar a diferença de preços praticados entre maio – publicação do decreto – e julho de 2011. Foram analisados mercados de 30 localidades do país e avaliados valores cobrados por três operadoras do segmento de atacado (venda de capacidade para provedores de serviços web).
De acordo com os resultados obtidos na primeira coleta, os preços tiveram uma redução de 11,9%. Em um segundo levantamento, os preços caíram 18,93%, chegando à queda de 28,92% em uma terceira análise. Caio Bonilha, presidente da Telebrás, vincula a redução à reação do mercado brasileiro ao PNBL e à atuação da Telebrás com oferta de preços mais competitivos em localidades antes ignoradas pelas outras companhias.
Além da reação nos preços de oferta de acesso à Internet, o estudo também identificou forte concentração no mercado de infraestrutura web no país. Os 1576 provedores são atendidos por quatro empresas: Oi, NET, Telefónica e GVT. Juntas, as quatro companhias tem 90% do mercado de banda larga nacional. Entre elas, a Oi lidera em participação, com 32%. Em seguida vêm Net/Embratel, com 26%; Telefonica, com 24%; e GVT, com 8%.
Assinado por Lilian Bender Portugal, diretora comercial da Telebrás, o estudo teve como objetivo identificar a diferença de preços praticados entre maio – publicação do decreto – e julho de 2011. Foram analisados mercados de 30 localidades do país e avaliados valores cobrados por três operadoras do segmento de atacado (venda de capacidade para provedores de serviços web).
De acordo com os resultados obtidos na primeira coleta, os preços tiveram uma redução de 11,9%. Em um segundo levantamento, os preços caíram 18,93%, chegando à queda de 28,92% em uma terceira análise. Caio Bonilha, presidente da Telebrás, vincula a redução à reação do mercado brasileiro ao PNBL e à atuação da Telebrás com oferta de preços mais competitivos em localidades antes ignoradas pelas outras companhias.
Além da reação nos preços de oferta de acesso à Internet, o estudo também identificou forte concentração no mercado de infraestrutura web no país. Os 1576 provedores são atendidos por quatro empresas: Oi, NET, Telefónica e GVT. Juntas, as quatro companhias tem 90% do mercado de banda larga nacional. Entre elas, a Oi lidera em participação, com 32%. Em seguida vêm Net/Embratel, com 26%; Telefonica, com 24%; e GVT, com 8%.