A americana Diebold - fornecedora de equipamentos, sistemas e serviços de automação - vai começar a produzir tablets no Brasil, segundo o jornal Valor Econômico. O projeto será desenvolvido nas instalações da companhia, na Zona Franca de Manaus. Atualmente, a unidade produz caixas de autoatendimento bancário (ATM) e cofres para esses equipamentos, além de outros produtos, como os terminais e correspondentes bancários usados em casas lotéricas e estabelecimentos do varejo.
No início de 2012 começam as operações dessa nova linha de produção. A adaptação das instalações da fábrica para a produção do dispositivo envolverá um investimento inicial de R$ 7 milhões. O aporte total nos três primeiros anos do projeto, por sua vez, é de R$ 11 milhões. No período, a produção estimada será de 145,2 mil unidades. "Esses números podem ser ampliados. Costumamos fechar grandes projetos. Tudo vai depender da demanda", afirma Carlos Alberto Pádua, vice-presidente de tecnologia da Diebold no Brasil.
Com o projeto, explica o executivo, a intenção da Diebold não é concorrer com marcas como Apple e Samsung no mercado de consumidores finais. A ideia é usar o tablet como dispositivo móvel de automação voltado ao mercado empresarial. Essa abordagem incluirá o desenvolvimento de aplicativos e periféricos específicos para cada segmento. Inicialmente, a oferta vai se concentrar em aplicações para bancos, mas outros setores também estão no radar, como varejo, saúde, governo e educação.
A Diebold já está conversando com um grande banco brasileiro para a adoção do tablet. Uma das aplicações previstas para o segmento é o uso do aparelho como uma espécie de caixa móvel, capaz de processar diferentes transações ou mesmo cadastrar novas contas. Outro exemplo de utilização, diz Pádua, seria em restaurantes, como uma plataforma conectada para que o pedido possa ser feito pelo próprio cliente.
O Brasil será a primeira subsidiária da Diebold no mundo a fabricar tablets. Atualmente, o país é a segunda operação da companhia, atrás apenas da matriz americana, diz Pádua. Em 2010, a receita da empresa no mercado brasileiro foi de R$ 1,4 bilhão, com crescimento de 20%. No periodo, a receita global da Diebold somou US$ 2,82 bilhões, alta de 4%. A empresa usa o país como laboratório e centro de desenvolvimento de novas tecnologias", diz o executivo.
Uma das principais atribuições do Brasil nesse contexto é o desenvolvimento de sistemas e equipamentos de biometria. Essas tecnologias têm sido impulsionadas em grande parte por sua aplicação nas urnas eletrônicas adotadas no processo eleitoral brasileiro.
Em relação à produção local de tablets, Pádua diz acreditar que o projeto não significa necessariamente a entrada da Diebold em um novo segmento. Para ele, com essa estratégia a companhia está buscando antecipar uma tendência do mercado de automação. "Boa parte dos projetos e aplicações disponíveis hoje provavelmente vão migrar para os tablets", calcula o executivo
No início de 2012 começam as operações dessa nova linha de produção. A adaptação das instalações da fábrica para a produção do dispositivo envolverá um investimento inicial de R$ 7 milhões. O aporte total nos três primeiros anos do projeto, por sua vez, é de R$ 11 milhões. No período, a produção estimada será de 145,2 mil unidades. "Esses números podem ser ampliados. Costumamos fechar grandes projetos. Tudo vai depender da demanda", afirma Carlos Alberto Pádua, vice-presidente de tecnologia da Diebold no Brasil.
Com o projeto, explica o executivo, a intenção da Diebold não é concorrer com marcas como Apple e Samsung no mercado de consumidores finais. A ideia é usar o tablet como dispositivo móvel de automação voltado ao mercado empresarial. Essa abordagem incluirá o desenvolvimento de aplicativos e periféricos específicos para cada segmento. Inicialmente, a oferta vai se concentrar em aplicações para bancos, mas outros setores também estão no radar, como varejo, saúde, governo e educação.
A Diebold já está conversando com um grande banco brasileiro para a adoção do tablet. Uma das aplicações previstas para o segmento é o uso do aparelho como uma espécie de caixa móvel, capaz de processar diferentes transações ou mesmo cadastrar novas contas. Outro exemplo de utilização, diz Pádua, seria em restaurantes, como uma plataforma conectada para que o pedido possa ser feito pelo próprio cliente.
O Brasil será a primeira subsidiária da Diebold no mundo a fabricar tablets. Atualmente, o país é a segunda operação da companhia, atrás apenas da matriz americana, diz Pádua. Em 2010, a receita da empresa no mercado brasileiro foi de R$ 1,4 bilhão, com crescimento de 20%. No periodo, a receita global da Diebold somou US$ 2,82 bilhões, alta de 4%. A empresa usa o país como laboratório e centro de desenvolvimento de novas tecnologias", diz o executivo.
Uma das principais atribuições do Brasil nesse contexto é o desenvolvimento de sistemas e equipamentos de biometria. Essas tecnologias têm sido impulsionadas em grande parte por sua aplicação nas urnas eletrônicas adotadas no processo eleitoral brasileiro.
Em relação à produção local de tablets, Pádua diz acreditar que o projeto não significa necessariamente a entrada da Diebold em um novo segmento. Para ele, com essa estratégia a companhia está buscando antecipar uma tendência do mercado de automação. "Boa parte dos projetos e aplicações disponíveis hoje provavelmente vão migrar para os tablets", calcula o executivo