O Índice de Desenvolvimento de Data Center (DCDi, na sigla em inglês) usado pelo DCD Intelligence Global Industry Census é calculado a partir dos dados do Censo realizado pela DCD em 2013. Censo este, que segmenta todos os mercados que participaram da pesquisa e classifica os avanços realizados por estes no setor de data center.
A métrica é agregada a partir de informações do mercado de data center: tamanho, atividade de investimento, implantações tecnológica, setor de fornecimento e influência global são as principais delas. Fatores externos também são analisados e quais seus impactos na indústria de data center, em especial econômicos, políticos, sociais, tecnológicos e legislativos.
O valor chave do DCDi é que ele pode segmentar a evolução dos data centers nacionais e, portanto, agir como um roteiro para direções futuras do mercado. Como por exemplo, demanda e soluções que podem ser implementadas a fim de atender dita demanda.
Em 2011 e 2012, uma representação linear foi utilizada pelo índice DCD. Esta representação classificou economias consolidadas na América do Norte e na Europa Ocidental passando pelas principais economias emergentes na América Latina e no Sudeste Asiático. Na ocasião foi constatado, dentre outras coisas, que Brasil e China evoluíram mais do que Índia e Rússia.
Em 2013, novos mercados foram adicionados ao modelo DCDi. Japão, Indonésia, Malásia, Peru e Chile passaram a ter seus mercados analisados pelo índice.
O ano de 2013 também mostrou que os mercados do Brasil, China, Índia e Rússia vêm crescendo rapidamente e de forma madura. Enquanto isso, Turquia, Malásia e Argentina vêm evoluindo em fase inicial, muito em função do surgimento de indústrias locais de abastecimento de data centers.
Em certa medida, as principais tendências do DCDi 2013 são esperadas. Estas incluem o amadurecimento ou o atraso de mercados emergentes, como o BRIC’s. Este não apenas devido à crescente dimensão e importância econômica no setor de seus respectivos mercados, mas também devido a uma rápida maturidade do setor, que é em parte estimulada pela consciência crescente de recursos.
A velocidade desse crescimento deve-se muito a uma maior capacidade de aprendizagem entre os mercados internacionais.
Ao mesmo tempo, a ligeira queda nos índices de quatro mercados globais (Alemanha, Japão, Reino Unido e EUA) reflete o crescente desenvolvimento dos principais mercados emergentes, que continuam a evoluir.