A Dataprev participou esta semana de uma das mesas de discussão sobre a maturidade da Segurança Cibernética no Brasil. O evento, organizado pelo Gabinete de Segurança Institucional, a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Universidade de Oxford, aconteceu nos dias 19 e 20/3 e visa atualizar o estudo “Cibersegurança: Estamos Preparados na América Latina e no Caribe”, publicado em 2016 em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
 
Uma visita ao Data Center Distrito Federal e uma reunião com o diretor de Tecnologia e Operações da empresa, Matheus Belin, também fizeram parte da agenda.
 
Integrante do grupo “Representantes de Infraestruturas Críticas Nacionais I”, a Dataprev foi representada na mesa de discussão por Antônio Mario de Souza Oliveira, analista da Coordenação de Planejamento de SIC e Contingência de Negócios (COPC), que respondeu a perguntas sobre as certificações Tier III, melhores práticas de compras, criptografia, cultura de segurança, legislação, entre outros temas. O estudo de 2016 aponta que o Brasil fez grandes investimentos em TICs, como forma de promover o crescimento econômico e o progresso social, o que está alinhado às plataformas digitais que vêm sendo desenvolvidas pela Dataprev.
 
A mesa de discussão da qual a Dataprev participou foi liderada pelos pesquisadores Eva Nagyfejeo, Ioannis Agrafiotis e Michael Goldsmith, do Centro Global de Capacidade de Segurança Cibernética da Universidade de Oxford.
 
 
No dia 21/3, os três pesquisadores, acompanhados por Gustavo Tibau, do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, participaram também de uma reunião e visita a um dos três data centers da Dataprev. Além do diretor Matheus Belin, os assessores de diretoria Antônio Hobmeir Neto e Joel Ferreira Correa apresentaram os investimentos e ações que a Dataprev tem executado para garantir a segurança tanto de sua infraestrutura quanto dos dados sob sua guarda.
 
“O investimento em Cibersegurança passou a ter papel central na Dataprev no último ano. Essa conversa com a Universidade de Oxford abre uma porta para olharmos nossas práticas, pensarmos em novas frentes, além de mostrar possibilidades que ainda não estavam no nosso radar”, defendeu Matheus Belin. O diretor ressaltou ainda que, além das certificações Tier III, a empresa está investindo em outras certificações, como a ISO 20.000, norma internacional que define as melhores práticas de gerenciamento de serviços de TI.
 
Ao fim do encontro, Belin falou que o convite feito à Dataprev demonstra a importância da empresa e eleva seu grau de responsabilidade e comprometimento de atuar com áreas tão sensíveis como são as infraestruturas críticas para sociedade nas quais a empresa é certificada.
 
“Que essa seja a primeira de muitas conversas que teremos. É desejo da Dataprev realizar parcerias com universidades e contribuir com pesquisas que irão implementar o trabalho que vem sendo feito”, pontuou o diretor, destacando a disponibilidade da empresa não só de executar, mas de gerar conhecimento sobre Cibersegurança.