data center
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O Brasil está se consolidando como um dos principais hubs de data centers da América Latina, atraindo investimentos expressivos para atender à crescente demanda por serviços digitais, computação em nuvem e inteligência artificial. De acordo com a Brasscom, o setor movimentou cerca de US$ 2,07 bilhões em 2024 e deve atingir US$ 3,5 bilhões até 2029, com uma taxa de crescimento anual de 11,05%.

O aumento do consumo de serviços digitais tem impulsionado a necessidade de uma infraestrutura robusta e segura, capaz de suportar altos volumes de processamento de dados e garantir baixa latência. Além disso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou uma linha de crédito de R$ 2 bilhões para fomentar novos investimentos no setor, reforçando o compromisso com a modernização tecnológica do país.

Erik de Lopes Morais, COO da Penso Tecnologia, empresa especializada em soluções de TI, explica que a expansão do setor de data centers no Brasil é impulsionada por fatores como o avanço da inteligência artificial (IA), big data e Internet das Coisas (IoT). Essas tecnologias exigem uma capacidade computacional cada vez maior, o que incentiva empresas a investirem em infraestrutura de ponta.

Outro fator determinante é a regulamentação, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que incentiva a localização dos data centers dentro do território nacional para garantir maior segurança e conformidade com normas de proteção de dados.

Diante desse cenário de crescimento acelerado, empresas especializadas em infraestrutura digital têm se destacado ao oferecer soluções seguras e escaláveis para atender às novas demandas do mercado.

"Nosso compromisso é fornecer uma infraestrutura robusta, previsível e alinhada às necessidades do mercado. Um diferencial da Penso Tecnologia é a precificação em reais, eliminando o impacto da volatilidade cambial e proporcionando previsibilidade financeira para as empresas", explica Erik.

A empresa também destaca o diferencial de ter infraestrutura local, o que permite maior aderência às normas da LGPD e melhoria na performance dos serviços digitais.

Para o COO, o mercado de data centers no Brasil continuará sua trajetória de crescimento nos próximos anos, impulsionado por novas tecnologias como edge computing, que reduz a latência ao processar dados mais próximos dos usuários finais. Empresas que investirem em infraestrutura resiliente e alinhada às tendências tecnológicas terão vantagem competitiva nesse cenário dinâmico e em constante evolução.

"A evolução das necessidades digitais exige um ecossistema de TI preparado para oferecer soluções seguras e eficientes”, finaliza Morais.