O Brasil está na principal mira da multinacional Cisco para o próximo ano. E o primeiro foco de atuação da fabricante de equipamentos de rede no país será a implantação de sistemas de telecomunicações (especialmente para uso de conexão wi-fi) nos estádios que irão receber jogos da Copa do Mundo de 2014.
A intenção é colocar a tecnologia da Cisco em todas as arenas do mundial. Ao mesmo tempo, a companhia também investe em um centro tecnológico no Rio de Janeiro, sede dos Jogos Olímpicos de 2016, para integrar serviços e permitir, por exemplo, monitoramento do trânsito e identificação de acidentes e congestionamentos.
Wim Elfrink, vice-presidente sênior da Cisco e chefe mundial da área de Globalização, diz que a companhia fará um grande anúncio para o Brasil em fevereiro. Sem adiantar qual seria, Elfrink adianta, porém, que as perspectivas para o país passam também pela atuação no fornecimento de soluções de tecnologia para serviços públicos nas áreas de educação e saúde.
De acordo com ele, os projetos previstos pela Cisco permitem criar estádios com múltiplas finalidades, para serem usados, por exemplo, como centro de exposições e locais de entretenimento. O executivo explica que será a primeira vez a tecnologia da Cisco será adotada em um grande evento esportivo. "Ainda não estava pronta para a Copa da África do Sul".
Além dos eventos esportivos, o nível de urbanização brasileiro também chama a atenção da Cisco. Elfrink aponta que, no Brasil, o nível de urbanização chega a 80%, enquanto na China é de cerca de 30% e, na Índia, de 50%. "Isso abre muito mais possibilidades para o uso da tecnologia, não só nas casas das pessoas, mas especialmente nos serviços públicos, como melhorar a educação, os serviços de saúde”.
A intenção é colocar a tecnologia da Cisco em todas as arenas do mundial. Ao mesmo tempo, a companhia também investe em um centro tecnológico no Rio de Janeiro, sede dos Jogos Olímpicos de 2016, para integrar serviços e permitir, por exemplo, monitoramento do trânsito e identificação de acidentes e congestionamentos.
Wim Elfrink, vice-presidente sênior da Cisco e chefe mundial da área de Globalização, diz que a companhia fará um grande anúncio para o Brasil em fevereiro. Sem adiantar qual seria, Elfrink adianta, porém, que as perspectivas para o país passam também pela atuação no fornecimento de soluções de tecnologia para serviços públicos nas áreas de educação e saúde.
De acordo com ele, os projetos previstos pela Cisco permitem criar estádios com múltiplas finalidades, para serem usados, por exemplo, como centro de exposições e locais de entretenimento. O executivo explica que será a primeira vez a tecnologia da Cisco será adotada em um grande evento esportivo. "Ainda não estava pronta para a Copa da África do Sul".
Além dos eventos esportivos, o nível de urbanização brasileiro também chama a atenção da Cisco. Elfrink aponta que, no Brasil, o nível de urbanização chega a 80%, enquanto na China é de cerca de 30% e, na Índia, de 50%. "Isso abre muito mais possibilidades para o uso da tecnologia, não só nas casas das pessoas, mas especialmente nos serviços públicos, como melhorar a educação, os serviços de saúde”.