A Ciena apresenta ao mercado novos sistemas e funcionalidades que habilitam as operadoras de rede a sintonizar, controlar e ajustar dinamicamente a capacidade ótica em um mundo sob demanda em que o 5G, a IoT, a entrega de conteúdo e a nuvem estão redefinindo de maneira acelerada os requerimentos de rede. Ao combinar sistema ótico flexível totalmente instrumentalizado com um software inovador, o Liquid Spectrum pode monitorar e explorar todos os ativos de rede disponíveis para que os clientes possam responder instantaneamente às novas demandas de largura de banda e alocar capacidades em qualquer caminho em tempo real.
 
O Liquid Spectrum é o resultado do valor de várias tecnologias óticas e software de ponta. Estão inlcluídos nesse sistema soluções da Ciena como a camada fotônica reconfigurável altamente instrumentalizada, a ótica coerente WaveLogic Ai, o Blue Planet Manage, Control and Plan (MCP) e outros novos aplicativos avançados de software. Consistente com a filosofia OPn de redes da Ciena, o Liquid Spectrum utiliza APIs e interfaces padrão para suportar os requisitos de arquitetura aberta e acessível das operadoras.
 
Destaques:
 
As operadoras sabem que o método estático tradicional de construção de redes já não é suficiente para acompanhar os desafios atuais em escala Web a elas aplicados, nem as demandas imprevisíveis de largura de banda. Para solucionar essa questão, a Ciena está redefinindo a maneira como as redes óticas são construídas, oferecendo um modelo para arquiteturas óticas definidas por software que é mais ágil, dinâmico e aberto e que atende aos requisitos de rede da próxima década.
 
Suportado pela plataforma de software Blue Planet, pela tecnologia ótica coerente ajustável WaveLogic Ai, e com uma camada fotônica reconfigurável, todos desenvolvidos pela Ciena, o Liquid Spectrum ajuda as operadoras a garantir que a quantidade ideal de largura de banda seja usada a qualquer momento. As interfaces abertas para a telemetria de alto desempenho são aplicadas tanto para software como para hardware, dando às operadoras mais opções na implementação de sua arquitetura.
 
“Houve uma época em que as operadoras de rede podiam facilmente e a qualquer momento prever suas demandas de tráfego de rede e necessidades de capacidade. Mas entramos em um novo mundo com novas regras em que as redes são mais complexas e móveis e os aplicativos em nuvem podem revolucionar de um dia para o outro. Com o Liquid Spectrum, estamos compartilhando a nossa visão e um plano completo da maneira como as futuras redes óticas deverão ser construídas para enfrentar os desafios dos próximos 10 anos e além”, pontua Steve Alexander, vice-presidente sênior e diretor global de tecnologia da Ciena.
 
Para iniciar, o Liquid Spectrum contará com aplicativos avançados de software, entre eles estão:
 
- O medidor de desempenho Performance Meter, que ajuda as operadoras a garantir proativamente um desempenho otimizado do sistema, oferecendo pela primeira vez acesso a dados precisos de planejamento em tempo real para o hardware existente e para os novos serviços em planejamento.
 
- O otimizador de largura de banda Bandwidth Optimizer, que utiliza políticas de serviço definidas pelo cliente e sugere capacidade, configuração de hardware e alocação espectral ideais para qualquer canal, em qualquer caminho de rede.
 
- O Liquid Restoration, que aumenta a disponibilidade de serviços por meio do ajuste flexível da capacidade ótica coerente, implantada para encaminhar os serviços afetados em qualquer caminho disponível na rede.
 
- O sincronizador de linha de onda Wave-Line Synchronizer, que acelera o provisionamento de serviços, reduz as etapas de provisionamento manual e elimina os erros humanos que ocorrem em implantações óticas de múltiplos fornecedores.
 
- O WaveLogic Ai e o Blue Planet MCP da Ciena, dois elementos-chave do Liquid Spectrum, estarão disponíveis no segundo trimestre de 2017. O Liquid Spectrum e seus aplicativos de software iniciais estarão no mercado até o final deste ano.
 
“Com o Liquid Spectrum, a Ciena reúne aprimoramentos de hardware ótico com um portfólio expandido do Blue Planet. O resultado é uma estrutura estratégica para a forma como os operadores de rede podem evoluir para operações mais ágeis e começar a construir o caminho para redes óticas autônomas”, afirma Heidi Adams, diretora sênior de pesquisa em redes de transporte da IHS Markit.