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O vice-presidente de Tecnologia e Informação da Caixa Econômica Federal, Joaquim Lima, informou nesta segunda-feira (11), que o data center da Instituição Financeira em São Paulo, será transformado em um centro de recuperação de dados (Disaster Recovery) de todo o sistema Banco.

De acordo com a Agência Caixa de Notícias, esse tipo de centro de processamento de dados é exigência do Acordo de Basileia para os bancos. 

A mudança ocorrerá assim que a migração de dados para o Complexo Datacenter Capital Digital, em Brasília (DF) for concluída. Segundo Lima, mais de 50% dos dados alocados em São Paulo já migraram para Brasília. Assim que for concluída a migração dos dados do data center de São Paulo para o Complexo Datacenter Capital Digital, a Caixa irá reformar o prédio e a estrutura de TI.

“Estamos trabalhando no projeto, só fazendo a adaptação e o ajuste necessário uma vez que a unidade já existe”, detalha. Centro Tecnológico Caixa (CTC) Além do data center de São Paulo e do Complexo Datacenter Capital Digital em Brasília, a instituição está construindo o Centro Tecnológico Caixa (CTC), no Setor de Indústrias Gráficas (SIG), em Brasília.

Orçado em R$ 119 milhões, o prédio será integrado ao Complexo Datacenter Capital Digital, para garantir a redundância dos dados, planos de recuperação de desastres, entre outras melhorias no processamento de dados da instituição. O CTC deve ter o prédio concluído até novembro de 2014, quando serão iniciadas as migrações dos serviços, com conclusão prevista para o início de 2015.

“Este data center terá capacidade duas vezes superior ao Complexo Datacenter Caixa-BB (Complexo Datacenter Capital Digital). "Lá rodarão todos os sistemas da Caixa e aqui a gente vai redundar os sistemas de maior nível crítico”, disse o diretor de Tecnologia da Informação da Caixa, Roberto Zambon. Complexo Datacenter Capital Digital Inaugurado em março de 2013, o Complexo Datacenter Capital Digital foi erguido para dar mais segurança aos ambientes de Tecnologia da Informação da Caixa e potencializar o processamento de dados em um mesmo local.

A unidade já recebeu os dados do sistema do Rio de Janeiro e de parte de São Paulo e de Brasília. Segundo o gerente nacional de Operações Tecnológicas da Caixa, Sergio Martins, o Complexo contribuiu para a melhoria na disponibilidade de sistemas e das operações do banco.

“Nosso ambiente aqui é mais moderno. Os equipamentos são de última geração, temos redundância dos dados e, em caso de desastre, a recuperação é mais rápida”, disse. Sergio Martins explicou, ainda, que o Complexo Datacenter Capital Digital foi decisivo para o crescimento recente da Caixa nos dois últimos anos.

“Nós não teríamos tido condições de crescer se não tivéssemos esse ambiente, se estivéssemos usando os equipamentos antigos”, avalia. A unidade, que funciona 24 horas por dia, ajudou ainda na redução de custos ao unificar três áreas de processamento.