O mercado mobile vai movimentar US$ 1,1 trilhão em 2012, segundo pesquisa intitulada The Global Cellular Industry Ballance e realizada pela GSM/Wireless Intelligence. Muito do crescimento do mercado para o próximo ano será por conta de Brasil, Rússia, Índia e China, conhecidos como BRICs.
De acordo com a Wireless Intelligence, os BRICs terão um crescimento de 20%: em 2010, a telefonia celular nesses países movimentou US$ 170 bilhões e para o próximo ano é esperada uma movimentação acima dos US$ 200 bilhões para as operadoras de celulares nesses quatro países, ainda de acordo com a consultoria.
Cerca de 40% do faturamento desse mercado virá dos países emergentes. Serão US$ 410 bilhões de faturamento nos países em desenvolvimento e US$ 646 bilhões nos países desenvolvidos. O crescimento da telefonia celular na Ásia, África e América Latina chega a 40% nos últimos quatro anos. Muito desse crescimento é impulsionado pelo consumo de ligações de voz. Cerca de 70% do faturamento nos países em desenvolvimento é com ligações.
Por outro lado, o mercado de telefonia móvel patina nos países desenvolvidos. O crescimento previsto para esses países é de apenas 3%. 40% das operadoras europeias e americanas prevê queda do faturamento em 2012. Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha são os principais responsáveis pelo declínio no Primeiro Mundo. Caso o ritmo de crescimento nas duas regiões se mantenha, o faturamento dos países em desenvolvimento ultrapassará o dos países desenvolvidos já em 2014.
Ironicamente, os smartphones são os vilões da queda das margens de faturamento no mundo desenvolvido. Os subsídios dados pelas empresas para a compra dos aparelhos explica a diminuição dos lucros. Nesses países, as margens caíram de 1,4% em 2009 para 0,3% em 2010 e com isso, a demanda por smartphones deve ficar estável, respondendo por 35% do mercado.
Serviços não baseados em voz apresentam crescimento no mundo todo, contudo. Essa fatia representava 28% do mercado em 2010 e será de 33% em 2012. Serviços de dados – excluídas as mensagens de texto (SMS, na sigla em inglês) tem mais peso nos países desenvolvidos – 16%, contra 11% dos países em desenvolvimento. Para 2012, esse segmento irá responder por 20% do mercado.
Por fim, as mensagens de texto serão 13% do mercado em 2012. Praticamente a mesma fatia de marcado obtida em 2010. Mas o seu uso é maior nos países em desenvolvimento: 19%, contra 14% nos países desenvolvidos. (A exceção dessa estatística é o Japão). Em muitos países o SMS é a forma mais barata e rápida de comunicação.
De acordo com a Wireless Intelligence, os BRICs terão um crescimento de 20%: em 2010, a telefonia celular nesses países movimentou US$ 170 bilhões e para o próximo ano é esperada uma movimentação acima dos US$ 200 bilhões para as operadoras de celulares nesses quatro países, ainda de acordo com a consultoria.
Cerca de 40% do faturamento desse mercado virá dos países emergentes. Serão US$ 410 bilhões de faturamento nos países em desenvolvimento e US$ 646 bilhões nos países desenvolvidos. O crescimento da telefonia celular na Ásia, África e América Latina chega a 40% nos últimos quatro anos. Muito desse crescimento é impulsionado pelo consumo de ligações de voz. Cerca de 70% do faturamento nos países em desenvolvimento é com ligações.
Por outro lado, o mercado de telefonia móvel patina nos países desenvolvidos. O crescimento previsto para esses países é de apenas 3%. 40% das operadoras europeias e americanas prevê queda do faturamento em 2012. Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha são os principais responsáveis pelo declínio no Primeiro Mundo. Caso o ritmo de crescimento nas duas regiões se mantenha, o faturamento dos países em desenvolvimento ultrapassará o dos países desenvolvidos já em 2014.
Ironicamente, os smartphones são os vilões da queda das margens de faturamento no mundo desenvolvido. Os subsídios dados pelas empresas para a compra dos aparelhos explica a diminuição dos lucros. Nesses países, as margens caíram de 1,4% em 2009 para 0,3% em 2010 e com isso, a demanda por smartphones deve ficar estável, respondendo por 35% do mercado.
Serviços não baseados em voz apresentam crescimento no mundo todo, contudo. Essa fatia representava 28% do mercado em 2010 e será de 33% em 2012. Serviços de dados – excluídas as mensagens de texto (SMS, na sigla em inglês) tem mais peso nos países desenvolvidos – 16%, contra 11% dos países em desenvolvimento. Para 2012, esse segmento irá responder por 20% do mercado.
Por fim, as mensagens de texto serão 13% do mercado em 2012. Praticamente a mesma fatia de marcado obtida em 2010. Mas o seu uso é maior nos países em desenvolvimento: 19%, contra 14% nos países desenvolvidos. (A exceção dessa estatística é o Japão). Em muitos países o SMS é a forma mais barata e rápida de comunicação.